A estréia do iPhone 8 e 8 Plus foi tida como “morna”, em SP

 

Sabemos que o mais novo lançamento da Apple, o iPhone X, vem conquistando fãs em todo o planeta, e que, ao mesmo tempo, chegaram ao nosso país o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus (sua versão maior). No entanto, foi constatado, em São Paulo, uma baixa demanda por esse smartphone, seja a versão normal ou plus. O fato é que foram poucas as pessoas que ficaram em frente à Apple Store, num shopping situado na zona sul da capital, ainda que fosse a única loja oficial da marca em questão. Ao ponto de que, quando foi aberta a loja, só estarem, em média, seis pessoas interessadas em comprar os aparelhos posicionadas na entrada e mais de dez pessoas esperando para solicitar assistência técnica.

Ao ser entrevistada, a comerciante Bianca Hernandes, de 25 anos, relatou a sua opção de trocar um iPhone 6S por um iPhone 8, tendo sido, inclusive, a primeira da fila, na ocasião citada. Ela disse ainda que foi até a loja no dia anterior, para “comprar o relógio Apple Watch”, quando então avisaram a ela que, no dia seguinte àquele, começariam a vender o iPhone 8, ali mesmo. Foi então que ela resolveu voltar, um depois, para assim comprar ambos os produtos.

Ela contou ainda que adotou a marca desde o iPhone 4, modelo lançado há sete anos atrás, embora já tenha tentado trocar para um smartphone que tinha o Android, sistema operacional da Google. No entanto, como o aparelho com android mostrou-se, na sua opinião, “muito lento”, resolveu então retornar aos aparelhos da Apple, com os quais ela vem convivendo desde então. Mas, apesar de toda essa relação com os iPhones já consolidada, Bianca declarou abertamente o seu desinteresse pela aquisição do iPhone X, quando o mesmo já estiver disponível no Brasil. E essa posição tem um motivo óbvio, com o qual muitos, provavelmente, irão se identificar: Para a realidade dela, ele será muito caro, já que o preço desse modelo mais novo ainda, até onde se sabe, estará a partir dos R$ 7 mil.

Embora não tenha sido forte a demanda pelos modelos lançados naquela ocasião, devemos observar que ao menos ficou cheia de gente a chamada “ilha de demonstração dos novos smartphones”, situada já no final da loja. Uma dessas pessoas era o médico Carlos Takenaka, de 51 anos, que estava ali para adquirir um aparelho novo, no caso o “iPhone 8 Plus, com 256 GB de memória”, detalhou o próprio. E o valor pago pelo novo smartphone, de R$ 5,4 mil, parece não ter assustado o esse médico, que justificou a aquisição por conta do espaço a mais que teria com ele, afinal, é dos tais que “tira muitas fotos”, como contou.

 

Micro e pequenas empresas apontam para mais investimentos em 2017, diz pesquisa

Existe uma expectativa de mais investimentos no final do ano como já era esperado, mas uma pesquisa apontou que essa expectativa corresponde. A pesquisa realizada pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito – em parceria com a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, apontou que os micro e pequenos empresários estão otimistas e já passaram a investir mais com foco na grande oportunidade de negócios até o final do ano.

No período entre setembro de 2016 e setembro de 2017, a pretensão de investimento do empresário brasileiro teve uma alta na perspectiva e otimismo, saltando de 19% para 27%. Esse resultado supera a média acumulada em 2015, quando o número fechou o ano em 24%.

Segundo Honório Pinheiro, presidente da CNDL, essas são perspectivas ainda tímidas, mas que já apontam para uma retomada gradual no desenvolvimento econômico do país. “A partir do momento em que observarmos quedas reais dos juros e um ambiente econômico mais estável, haverá certamente um estímulo maior ao investimento. Infelizmente, o ritmo de melhora da confiança ainda é muito sutil, mas esse é mais um dos sinais que mostram que os setores do comércio e serviços vislumbram um fim de ano com vendas melhores e movimento mais aquecido.”

Com relação aos créditos oferecidos para as micro e pequenas empresas, os indicadores de Demanda por Crédito oferecidos e contratados, não demonstraram alta no mês de setembro deste ano. Somente 7% dos empresários relacionados com o comércio e serviços planejam realizar empréstimos para mais investimentos em 2017. De um modo geral, as perspectivas de empréstimos junto aos bancos agregam a consolidação dos dados da pesquisa, levando em conta que esses empréstimos fomentam o aquecimento a curto, médio e longo prazo após a realização desses investimentos.

“Com planejamento, o crédito pode ser uma via de crescimento para os micro e pequenos empresários que têm planos de investir. Políticas que reduzam o custo do crédito e retirem os entraves para contratação, sem aumentar o risco dos bancos do outro lado, podem abrir oportunidade de expansão dos micro e pequenos empresários brasileiros”, explicou Pinheiro.

Jack Terpins e Rodrigo Terpins – Paixão pelo esporte que passa de pai para filho

Rodrigo Terpins, assim como o pai Jack Terpins,são empresários bem sucedidos e que tem paixão pelo esporte. Enquanto o filho se aventura nas pistas de off-road, ganhando títulos em diferentes competições pelo Brasil, o pai dedicou-se ao basquetebol durante a juventude.

Jackão, como é chamado pelos amigos próximos, jogou basquete pelo icônico Hebraica na década de 60 e 70. Atualmente é investidor imobiliário, mas na juventude jogou profissionalmente.

Quando deixou a uniforme de lado, passou a atuar nos bastidores, passando por diferentes postos do time, como diretor de esporte e presidente da Hebraica, em 1991, além de funções no serviço voluntário de expressão, a exemplo da presidência do Conselho Judaico Latino-americano, a presidência da Confederação Macabi Latino-americana e vice-presidência da União Macabi Mundial.

Jack Terpins sempre se mostrou uma pessoa de boa índole, uma figura emblemática para a sociedade e um nome de respeito no Hebraica e uma referência na comunidade judaica.

Em cada um desses postos, o pai de Michel e Rodrigo Terpins demonstrou grande empenho e dedicação. E foram esses valores que ele quis passar para os filhos, defendendo que eles escolhessem uma modalidade esportiva e seguissem em frente. E foi isso que os dois fizeram. Escolheram o off-road e as competições de rally.

O 22º Rally dos Sertões

Entre as competições disputadas por Rodrigo Terpins está a 22ª edição do Rally dos Sertões. Os participantes largaram de Goiânia, etapa que teve pouco mais de 155km de extensão, apresentando trechos cronometrados, o que exigiu cautela e muita habilidade dos pilotos e navegadores.

A dupla de Rodrigo Terpins e Fabrício Bianchini do carro #326 da Bull Sertões Rally Team conseguiu completar a etapa em pouco mais de 2 horas. O resultado permitiu que os dois finalizassem o dia no 7º lugar da categoria Protótipos T1.

“Tivemos vários tipos de terrenos neste primeiro dia, muitas lombas e foi um percurso exigente. Mas sem sustos, tudo dentro da normalidade. O carro se comportou bem, fizemos ultrapassagens, mas não quis forçar muito a suspensão, preferi ter um pouco mais de cautela e ir me adaptando ao equipamento”, afirmou Terpins sobre a dificuldade do percurso.

Já a dupla do irmão, Michel Terpins, não teve condições de finalizar a especial. O carro em que estavam piloto e navegador sofreu avarias com o capotamento que tiveram no km 62. Sem condições para prosseguir, os dois tiveram que abandonar a prova.

A 22 edição da competição contou com 2.600 quilômetros, divididas em 7 etapas percorridas por 2 estados. A maior prova off-road do Brasil ficará marcada por adversidades, pelo número de corredores que não conseguiram completá-la e por aqueles que conseguiram se se classificar no TOP 5, dentre eles, a dupla do carro #326.

Rodrigo Terpins e Fabrício Bianchini chegaram ao pódio da categoria Protótipos T1 e também obtiveram a 8ª posição no ranking geral, do total de 38 competidores.

É um ótimo resultado para a Bull Sertões Rally Team. O piloto ainda afirmou que foi uma “prova prazerosa e gostosa de se pilotar”. Para ele, as Especiais foram mais duras, exigindo muito deles e do carro.

Em duas décadas, a estabilidade da economia foi superficial

Pode até parecer à primeira vista, considerando-se os últimos 20 anos, ou seja, desde 1997, que houve uma certa estabilidade no comportamento dos investimentos, afinal, a inflação manteve-se numa média de 6,33% ao ano e as ações, seguindo o Índice Bovespa, quase sempre superaram a inflação, o que acaba rendendo uma média anual de 9,6%. Além, é claro, do dólar ter ficado abaixo da inflação, perdendo claramente para os juros, denotando ainda, da parte dos investidores, uma não aderência ao uso da moeda americana como forma de proteção.
No entanto, mesmo que os anos de 1997 pra cá, tenham sido mais estáveis, quando os comparamos com anos anteriores, houve, sim, um “cenário de solavancos para os investidores“. Vale lembrar, a fim de aguçar a memória do leitor, que no período entre o ano de 1986, quando tinha-se o Plano Cruzado, e o ano de 1994, quando teve o início o Plano Real, nossa economia esteve conturbadíssima. Os mais jovens não tiveram o desprazer de vivenciar, dentro de oito anos, a adesão a cinco moedas e a sete planos econômicos, todos diferentes um dos outros, sem contar uma corriqueira série de sucessões dos ministros da Fazenda, repletos de medidas consideravelmente desesperadas para que se pudesse conter uma inflação até então indomável.
Já de início, podemos citar como exemplo de um dos sustos dados aos investidores, nessas duas últimas décadas, a crise da Ásia. Depois disso, nossa economia sofreu com a desvalorização do real, já no início do ano de 1999, e então, três anos depois, 2002, houve também o susto com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.
Posteriormente, veio aquele que foi o maior drama de todos, considerando esse período citado de 20 anos: a crise do mercado imobiliário americano, já seis anos depois, em 2008. Crise que, para quem não sabe, é simbolizada pela quebra ocorrida com o banco de investimentos Lehman Brothers, em setembro desse mesmo ano. Nessa época ainda, foi ouvido o economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) durante o tempo dessa crise do subprime, Olivier Blanchard, que afirmou ter sido ela capaz de “revelar as fragilidades do sistema financeiro internacional”. À época, ele explicou a crise como decorrência da excessiva concessão de empréstimos em excesso, e, vale destacar, empréstimos “com base em ativos imobiliários sobreavaliados”, como classificou. Tudo isso, infelizmente, terminou por derrubar os mercados ao redor do mundo, incluindo aí o nosso. E como é sabido, crises no geral acabam por trazer consigo as altas periódicas na cotação da moeda americana.
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PIBmaníacos: O crédito na monetização dos valores humanos e desenvolvimento social

Todos sabem que PIB é o acrônimo para Produto Interno Bruto, mas estes três letras vem se afirmando quase como uma imagem, um ícone com o qual é feita a identificação imediata, sem a reflexão sempre salutar, o que o leva a contornos, se não messiânicos, a ser uma espécie de panaceia econômica e lastro de qualquer medida social. Parte influenciada pela mídia, e outra pela ignorância e falta de interesse do homem comum (segundo definição do filósofo Arthur Schopenhauer), a noção de que o crescimento do PIB vai melhorar tudo, desde políticas públicas essenciais até nosso bem-estar interno, vem se fortalecendo idioticamente. Basta assistir a qualquer noticiário para vermos as três letras mágicas associadas a gráficos hipnotizantes para identificarmos aí um potencial de redenção do país, ou, sua falência.

Entram na conta do PIB os bens, serviços, investimentos privados e governamentais e não ponho em discussão a estreita relação dele com o desenvolvimento econômico, apenas considero a importância de debates e reflexões sobre o tema, afinal é uma medida aplicada à ciência econômica e tem sua relevância devida. Sendo uma índice da atividade econômica de um país, se baseia na circulação do dinheiro e neste viés pode levar à tendência da monetização, criando silogismos falaciosos do tipo: “se construirmos mais hospitais logo melhoraremos a saúde”, ou, “se aumentarmos os salários dos professores teremos uma educação de melhor qualidade”. Ora, o dinheiro é vital para viabilizar qualquer projeto mas antes é valor simbólico de crédito, no sentido de acreditar que aquela cédula, moeda de metal, cheque ou um retângulo de plástico chipado tem valor e pode ser trocado por alguma coisa necessária.

Além do PIB (ideia do economista Simon Kuznets), há outros índices de medida como o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), o Coeficiente de Gini, que quantifica a desigualdade social, e até o exótico FIB (Felicidade Interna Bruta). A ciência, de uma forma geral, se vale de quantificações como base de sua interpretação do mundo e as Ciências Econômicas utilizam a matemática, instrumentalizando os governos para tomadas de decisões políticas. Mas um mundo com novos desafios se descortina diante dos olhos de todos, e isto exige a derrubada de deuses antigos e a invenção de novos. Afinal, como ficou provado ao longo da história humana: “em Deus nós confiamos!”

Brasileiros empregados com 50 anos ou mais movimentam R$ 1,6 trilhão anualmente

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva demonstrou que 36% dos brasileiros na faixa etária de 50 anos ou mais, estão no mercado de trabalho e respondem por grande parte do PIB – Produto Interno Bruto – do país.

Segundo a pesquisa, 36% dessas pessoas com 50 anos ou mais que ainda trabalham, são autônomos, sendo que 32% dessas pessoas são trabalhadores do setor privado. Funcionários públicos representaram 15% desses trabalhadores, 9% são domésticos e 8% desses brasileiros são empregadores. Os dados da pesquisa foram divulgados no dia 10 de outubro de 2017.

Os dados também apontam para a renda gerada pela aposentadoria desses trabalhadores. Segundo os dados levantado pelo instituto, 36% dos brasileiros na faixa etária de 50 anos ou mais constituem renda devido a aposentadoria e 51% precisam trabalhar para constituir renda familiar. A pesquisa revelou que existe um medo entre os que fazem parte do mercado de trabalho, sendo que 35% deles não querem perder o emprego por depender dele.

“No momento em que se discute a mudança da aposentadoria, que os governantes se preocupem com a empregabilidade das pessoas com 50 anos ou mais. Do contrário, parece que eles são culpados pela situação ruim que vivemos atualmente”, diz o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles.

81% dos entrevistados pela pesquisa disseram que existe preconceito em relação aos trabalhadores mais velhos. 65% deles disseram ter que trabalhar mais do que 30 horas semanais e 55% dos entrevistados disseram ter que trabalhar dentro da carga estipulada pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – ou até mais.

O impacto disso se reflete positivamente na economia do país, sendo que esses trabalhadores com 50 anos ou mais, movimentaram R$ 1,6 trilhão em média nos últimos anos, segundo o instituto.

“É o principal mercado consumidor do nosso país, que vai comprar móveis, notebook, tablet, fazer viagens nacionais e que não se enxerga nas propagandas”, explica Meirelles.

O instituto revela que as propagandas não são focadas para o público nesta faixa etária. 75% dos entrevistados não conseguiram se enxergar nas propagandas de marcas e empresas de um modo geral. 78% dos atores de televisão e pessoas envolvidas nas filmagens tem menos de 50 anos de idade, informa a pesquisa.