Ministro da Fazenda realiza novas projeções para o PIB 2017/2018

De acordo com uma revisão que relaciona os parâmetros macroeconômicos realizado pelo Henrique Meirelles, o atual ministro da Fazenda, no dia 14 de dezembro de 2017, as perspectivas de alta para o PIB – Produto Interno Bruto – em 2018, saltaram de 2% para um total de 3%, e as novas estimativas para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, sofreu redução de 4,2% para 4%, de acordo com os números revisados, que mantiveram o câmbio em R$ 3,30.

Segundo o ministro da Fazenda, esses números relativos ao PIB do ano que vem é tímido e bastante conservador, sendo revisado com muita cautela, é o resultado de um efetivo controle fiscal, como é o caso da implementação do teto de gastos seguido das reformas de uma modo geral. “Os índices de confiança, do consumo das famílias e de investimentos teve um aumento durante o período”.

De acordo com a avaliação feita pelo ministro, o fator que mais impulsionou para que houvesse este crescimento, foi a comparação realizada com outras expectativa traçadas pela equipe econômica do governo, que considerou a alavancagem das dívidas das famílias e das empresas. “Essas dívidas durante a recessão econômica estavam alavancadas, ou seja, mais elevadas. Já no segundo semestre de 2016 essas dívidas começaram a desalavancar, assim como as famílias passaram a consumir mais”, explica o ministro.

Seguindo de forma paralela a este movimento, o ministro aponta para uma descompressão que ocorreu na política monetária no país, que teve seu patamar modificado de restritiva para uma política expansiva, com recuos nas taxas de juros reais e menores.

Os economistas do governo também fizeram uma nova avaliação de parâmetros ainda para 2017. Os números previstos para o crescimento em 2017 teve um reajuste, saltando de 0,5% para 1,1%. Meirelles disse que essa projeção considera a média contra a média. Ou seja, o início deste ano e o final do ano de 2016.

Meirelles também apontou para as reformas como uma forma de reduzir as taxa de juros estrutural, que representa o risco país, passando de 360 para 160.