Inflação e taxa básica de juros permanecem estáveis no início de 2018

De acordo com as últimas previsões traçadas pelo mercado financeiro em relação a inflação praticada em 2018, a inflação permanece estável diante da estimativa de 2,78% realizada em dezembro de 2017 pelo BC – Banco Central. A confirmação das estimativas já traçadas foram divulgadas no dia 2 de janeiro de 2018, e seguem o ritmo do IPCA“Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo” – de 2017.

O último resultado apresentado aponta para uma estabilidade da inflação que encontra-se abaixo de 4,5%, e segue o limite estabelecido de 3% a 6%. Também é muito importante destacar que se o índice passar a atingir outros patamares, o Banco Central irá passar a elaborar uma carta aberta destinada a Henrique Meirelles, atual ministro da Fazenda, apontando para o descumprimento da meta de inflação estabelecida.

No mês de setembro de 2017, foi estimado um piso abaixo da meta, mas que voltou a ficar dentro do intervalo esperado até o encerramento do ano passado. Porém, o boletim Focus realizado em dezembro do ano passado, apontou para estimativas inferiores ao cumprimento da meta dentre as estimativas do mercado financeiro.

Em 2017, o IPCA de fevereiro a dezembro atingiu 2,5%, resultado com baixa histórica para este período que não se observava desde 1998, onde o índice fechou o período em 1,32%. O IBGE – “Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística”, irá apresentar os resultados atualizados do indicador IPCA do fechamento de 2017 em janeiro deste ano.

O esperado para 2018 são projeções realizadas pelo mercado e que serão mantidas, porém, em 2018 as expectativas para a inflação são de 3,96%. Sendo assim, ainda estará abaixo da meta de inflação do Banco Central (4,5%), mas irá passear pelo limite estabelecido de 3% e 6%.

As projeções para a Selic – taxa básica de juros – para este ano também seguem as antigas projeções já traçadas pelo mercado financeiro em 2017, mantendo a taxa estável em 7% a.a. Uma reunião que aconteceu no dia 6 de dezembro de 2017, permitiu que o Copom – “Comitê de Política Monetária” pudesse fazer mais um corte na Selic, quando ela estava em 7,5% a.a, cortando 0,5 ponto percentual da taxa.