Os benefícios da evolução tecnológica para as empresas, como a Eucatex, de Flavio Maluf

A utilização de drones no setor do agronegócio tem alavancado bons resultados neste meio, demonstrando a importância do seu uso, que permite reduzir até 80% do gasto com agroquímicos. Os drones são capazes de percorrerem grandes áreas a fim de colher dados para incrementar a gestão de insumos, tendo sua atividade sido regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil no mês de maio de 2017. Este é só um exemplo de como a evolução tecnológica tem contribuído positivamente para as empresas.

Um forte exemplo no país que investe em tecnologia em sua produção é o Grupo Eucatex, sob o comando de Flavio Maluf, cujo o foco principal sempre está direcionado na inovação e investimento, buscando no mercado os melhores produtos para o segmento em que atua. A Eucatex é uma das principais indústrias de produção de papel e celulose do país, mas hoje seu mercado atende, principalmente, os fabricantes de móveis, as empresas de construção civil e o mercado externo, exportando portas e chapas.

Ainda com relação ao agronegócio, em pesquisa realizada pela consultoria americana Gartner, a expectativa é de que até o ano de 2020, cerca de 3 milhões de dispositivos sejam vendidos por ano, com a estimativa de um faturamento anual de 11,2 bilhões de dólares. Para o agronegócio, a utilização de drones é cada vez maior, uma vez que a agricultura responde por 25% do faturamento global dos veículos aéreos sem tripulação, denominados Vants.

Mas quando o assunto é modernização, destaca-se a atuação de Flavio Maluf, presidente do Grupo Eucatex e detentor de uma trajetória de trabalho brilhante. O empresário conta com o conceito de sustentabilidade enraizado nas diretrizes da empresa. E este reconhecimento veio por meio de uma relevante conquista da empresa, considerada a primeira do setor a conquistar a ISO 9001, em práticas sustentáveis, no ano de 2000. Flavio Maluf tem total empenho em manter suas operações dentro dos padrões socioambientais e econômicos.

Leia mais sobre as opiniões de Flavio Maluf sobre a economia do Brasil:
https://exame.abril.com.br/negocios/dino/conheca-com-flavio-maluf-os-profissionais-mais-requisitados-pelas-startups-em-tempos-atuais-shtml/

Yakult ganha popularidade no exterior graças ao novo filme da Netflix

A marca Yakult se tornou um dos assuntos mais falados no mundo do marketing ao longo das últimas semanas, devido ao lançamento da comédia romântica da Netflix, Para Todos os Garotos que Já Amei. Após assistirem ao filme, milhares de pessoas reconheceram a embalagem do produto de origem japonesa, apesar do nome da marca não ser citado ou mostrado no longa.

De acordo com a rede Bloomberg, essa súbita repercussão positiva fez com que as ações da empresa tivessem um aumento de quase 3%. Até então, em 2018, a Yakult acumulava uma queda de cerca de 6%. Apesar de ser bastante famosa em países asiáticos, e também no Brasil, a marca era pouco conhecida entre os consumidores nos Estados Unidos.

No longa, o protagonista Peter Kavinsky se interesse em provar Yakult ao ver o quanto a sua namorada, Lara Jean, é apaixonada pela bebida. Desse modo, o imenso sucesso do filme e o grande número de fãs do casal de protagonistas podem explicar a razão da bebida ter ganhado tanta popularidade em pouco tempo.

Desde que o filme foi lançado, o Yakult recebeu milhares de menções nas redes sociais, e segundo dados da TickerTags, uma plataforma de pesquisa que estuda a ligação entre as mídias sociais e o desempenho das marcas, muitas dessas menções foram positivas e demonstraram interesse em conhecer mais sobre o produto.

Para o presidente da TickerTags, Mark Bachman, o Yakult está ganhando relevância como marca e isso poderá resultar em um volume de vendas maior a médio prazo. Um indicativo que comprova essa teoria são as menções de usuários americanos sobre a dificuldade de encontrar o produto nos supermercados do país, o que evidencia que muitas pessoas estão procurando por ele.

Sobre o assunto, Atsushu Nemoto, que é o presidente do Yakult no Brasil, se pronunciou oficialmente afirmando que não sabia que o filme iria usar uma bebida bastante similar ao seu principal produto em uma cena de destaque. Segundo ele, foi uma surpresa para a marca, a qual acabou sendo muito positiva devido a repercussão favorável recebida pelo Yakult em vários mercados, especialmente no norte-americano.

Entendendo a economia e seus sistemas

Embora uma ampla gama de instituições e costumes sociais tenham sido associados às atividades econômicas da sociedade, apenas um número muito pequeno de modos básicos de provisionamento pode ser descoberto sob essa variedade. De fato, a história produziu apenas três desses tipos de sistemas econômicos: aqueles baseados no princípio da tradição, aqueles centralmente planejados e organizados de acordo com o comando , e o número um tanto pequeno, historicamente falando, no qual a forma organizadora central é o mercado .

A própria escassez de modos fundamentais de organização de economia chama a atenção para um aspecto central do problema dos “sistemas” econômicos – que, por sua vez, o objetivo para o qual todos os arranjos econômicos devem ser tratados permaneceu inalterado ao longo da história humana. Em termos simples, esse objetivo invariável é a coordenação das atividades individuais associadas ao provisionamento – atividades que vão desde o fornecimento de alimentos de subsistência em sociedades de caça e coleta a tarefas administrativas ou financeiras em sistemas industriais modernos. O que pode ser chamado de “problema econômico” é a orquestração dessas atividades em uma estrutura coerente. todo social – coerente no sentido de prover uma ordem social com os bens ou serviços necessários para assegurar sua própria continuidade e cumprir sua missão histórica percebida.

A coordenação social pode, por sua vez, ser analisada como duas tarefas distintas. O primeiro deles é oprodução dos bens e serviços necessários à ordem social, tarefa que requer a mobilização dos recursos da sociedade, incluindo seu esforço humano mais valioso. De importância quase igual é a segunda tarefa, o apropriadodistribuição do produto. ( Veja a teoria da distribuição .) Esta distribuição não só deve prover a continuidade da oferta de trabalho de uma sociedade (mesmo os escravos tinham que ser alimentados), mas também deve estar de acordo com os valores predominantes de diferentes ordens sociais, favorecendo alguns beneficiários de renda. outros, homens sobre as mulheres, aristocratas mais plebeus, de propriedade proprietários mais de não-proprietários, ou partido políticomembros sobre não-membros. Em tratamentos padrão de livros didáticos, o problema econômico de produção e distribuição é resumido por três questões que todos os sistemas econômicos devem responder: que bens e serviços devem ser produzidos, como bens e serviços devem ser produzidos e distribuídos, e para quem os bens e serviços serviços devem ser produzidos e distribuídos.

Empreendedorismo precisa de um ecossistema estimulante

Tanto o fundador da Microsoft, Bill Gates, quanto o falecido Steve Jobs, fundador da Apple, abandonaram a faculdade, apesar de seu sucesso final ter significado não apenas idéias realmente inovadoras, mas também estavam prontas para a longo prazo e aguente quando as coisas ficarem difíceis. Até mesmo o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, assim como Larry Paige e Sergey Brian, do Google, podem ser considerados empresários verdadeiramente revolucionários.

Empreendedorismo precisa de um ecossistema estimulante.

Finalmente, observe o uso do termo ecossistema alimentador . Isso significa que, assim como os empreendedores não podem ter sucesso se não tiverem os atributos necessários, eles não conseguirão nem tê-los, mas viver em um ambiente ou país que não incentive riscos ou tolerar falhas e, mais importante, seja incapaz de provê-los capital humano necessário para o sucesso. Isto significa que os Estados Unidos continuam a ser o país proeminente para o empreendedorismo, pois tem o ecossistema necessário para que estes empreendedores sejam bem sucedidos, enquanto em muitos países, é frequentemente impossível ou difícil encontrar financiamento, trabalhar através da burocracia e garantir que os fatores ambientais não inibir o empreendedorismo.

Princípios do empreendedorismo

Os empreendedores precisam seguir alguns princípios básicos que serviriam como diretrizes e balizas para seu sucesso. Com base na pesquisa realizada ao longo de um período de três anos e entrevistando mais de 150 empresários, conhecido autor e especialista em gestão, Bill Murphy saiu com um livro sobre empreendedorismo que foi publicado pela Harvard Business School. Este artigo é baseado nos insights deste livro e lista cinco princípios que devem servir como marcadores tanto para os aspirantes quanto para os empreendedores existentes. Uma das percepções desta pesquisa é que a maioria desses princípios pode ser aprendida com a experiência e o processo de iniciar um empreendimento é uma experiência educacional em si. Com esta introdução, podemos agora passar para os cinco princípios do empreendedorismo, conforme proposto por Bill Murphy.

Não é sempre o caso que os empresários devem ganhar dinheiro rápido e isso não deve ser o objetivo

É importante que os empreendedores testem as águas antes de lançar um novo empreendimento. Isso significa que é preciso comprometer-se com o ideal de empreendedorismo e experimentar novos modelos de negócios e novas formas e paradigmas de transações comerciais.

Devido a alta do dólar, brasileiros gastam 7,87% menos no exterior

Os gastos dos brasileiros que viajam para o exterior atingiram a casa dos US $ 1,731 bilhão em julho de 2018, um recuo de 7,87% em comparação com o mesmo mês em 2017. No ano passado, a soma dos gastos de brasileiros no exterior foi de US $ 1,879 bilhão. Esses dados forma divulgados pelo BC – Banco Central – no final do mês de agosto de 2018. Esse é o segundo mês consecutivo onde os gastos dos brasileiros que viajam ao exterior apresentam uma redução quando comparado com 2017.

No resultado acumulado dos últimos sete meses de 2018, as despesas obtidas pelos brasileiros no exterior somaram US $ 11,304 bilhões, o equivalente a 5,8% de elevação quando comparados com o mesmo período no ano passado, que foi de US $ 10,684 bilhões. De acordo com o chefe adjunto do Departamento de Estatística do BC, Fernando Lemos, a valorização do dólar é o principal responsável pela queda no consumo dos brasileiros no exterior.

“Os orçamentos previstos por muitos brasileiros em viagens, incluindo compras e passeios, são realizados com base na moeda nacional (real). Desta forma, é natural que o comportamento do câmbio atual afete ainda mais esses orçamentos e os gastos dos brasileiros no exterior. A diferença na economia norte-americana e brasileira seguem sentidos opostos, tendo como uns dos principais termômetros a cotação entre as moedas”, explicou Lemos.

Logo no começo de 2018, o preço do dólar estava na casa dos R$ 3,26, encerrando o mês de março em R$ 3,32. Já no final do mês de junho deste ano, a cotação encerrou o mês em R$ 3,85. Em agosto deste ano, devido às incertezas no cenário político do país, a moeda norte-americana atingiu recordes históricos, encerrando o mês em R$ 4,12. Essas não são boas notícias para os brasileiros que consomem produtos e serviços no exterior.

Lemos também enfatizou que os gastos no mês de julho deste ano lá fora, quando analisados em reais, é o mesmo valor em comparação com o mesmo período no ano passado. Isso mostra que as despesas na moeda nacional mantiveram-se iguais ao ano passado, mas quando comparados em dólares, essas despesa são menores devido a alta cotação da moeda norte-americana.