Moda e beleza: Donata Meirelles destaca quais os pontos de convergência entre os dois segmentos

Não há grande novidade no fato de que os segmentos de moda e beleza caminham cada vez mais em consonância. Seja por meio de anúncios tradicionais ou por meio da divulgação através de influenciadores digitais, os produtos desses dois meios costumam ser comercializado em conjunto. De acordo com Donata Meirelles, que reporta o assunto, existem várias formas de se perceber que esses campos têm convergido nos últimos tempos, ocasionando um efeito de crescimento para as duas áreas, algo que é expresso através de estudos sobre o tema.

Se no passado valia praticamente tudo para que um produto de beleza fosse produzido, nos dias atuais este panorama se mostra bastante modificado. Além dos próprios avanços de ordem tecnológica, existe também a questão da ética, que tem sido tanto valorizada pelas empresas produtoras de cosméticos, quanto cobrada pelos próprios consumidores. Esses aspectos éticos, contudo, tem se mostrado cada vez mais abrangente e funcionam até mesmo como um modo de se diferenciar quais companhias se preocupam com eles ou não.

Assim como pode ser visto em outros segmentos que comercializam variados tipos de produtos, as grandes marcas têm se ocupado de investir em campanhas publicitárias que envolvam influenciadores digitais. Dessa forma, é perfeitamente comum, por exemplo, que uma mesma blogueira faça anúncios publicitários relativos a marcas de roupas que gosta de usar e sobre os cosméticos que usa para que seu visual fique completo. Alguns desses influenciadores deixam claro que algumas postagens possuem caráter comercial, mas ainda assim nota-se que há um esforço para que pareça algo natural.

Donata Meirelles explica que os consumidores de moda e beleza têm primado cada vez mais por ações publicitárias que sejam de fato verdadeiras. Esse anseio pela verdade gera uma onda de influenciadores digitais que se ocupam de veicular experiências reais acerca de produtos ou serviços, aborda a empresária. Alguns desses profissionais têm se especializado, sobretudo, na realização de testes com alguns produtos específicos, como maneira de trazer a público a realidade sobre estes. Com isso, emprega-se uma linguagem acessível ao público que se deseja atingir.

Pelo fato dos ramos de beleza e moda estarem profundamente relacionados na atualidade, observa-se um movimento experimentado nas duas vertentes. De um lado, empresas do segmento fashion têm lançado produtos de cosméticos, como modo de tornarem mais completas suas campanhas. De outro, as próprias companhias do ramo da beleza têm procurado criar peças do vestuário que combinem com os ideais de suas marcas. O intuito é o de se aumentar a lucratividade através da conquista de uma clientela que já conhece alguns produtos e pode querer experimentar os lançamentos de outra natureza.

Mesmo com o avanço avassalador das campanhas publicitárias por meio dos meios digitais, os grandes desfiles ainda são uma forma bastante empregada para apresentar produtos das duas áreas ao público. Conforme ressalta a empresária, isto ainda continua acontecendo em face do glamour que estes eventos costumam possuir. Além disso, até mesmo neste caso a internet não é deixada de lado, já que tais eventos são amplamente divulgados através do ambiente virtual, constituindo uma espécie de ciclo de divulgação, podendo alcançar um grande número de potenciais consumidores.

A crescente relação entre moda e beleza expõe uma realidade que tem sido explorada cada vez mais por empresas em âmbito global, assinala Donata Meirelles. Trata-se da lucratividade de uma área estar condicionada à outra, quando uma dada organização vende os dois tipos de produtos. De forma geral, as companhias têm aproveitado o sucesso que uma marca faz no mercado, seja do ramo fashion ou de beleza, para que novos produtos sejam lançados e bem recebidos pelo mercado. É o que tem sido visto em grifes de alta costura que também procuram vender perfumes e itens de beleza.

Seja em qualquer dos meios, um paralelo pode ser observado nessas empresas: a preocupação com a responsabilidade social. Isso vai muito além de respeitar comunidades locais, ou seja, tal respeito é concebido de maneira muito mais ampla, levando-se em conta todas as fases da cadeia produtiva desses segmentos. Desse modo, alguns comportamentos que no passado poderiam ser corriqueiros, hoje já não o são, uma vez que a própria sociedade remodelou algumas práticas, classificando-as como positivas ou não.

A moda passou a ser produzida de acordo com todos os biótipos existentes e isso é visto tanto em anúncios, quanto nas passarelas, que antes contavam apenas com um tipo restrito de pessoas. O mesmo foi notado no ramo da beleza. Assim sendo, a cada ano que passa as marcas dos dois segmentos lançam produtos cada vez mais específicos, que consigam contemplar características físicas e gostos variados. Além de ser uma forma realista de se lidar com esses segmentos, Donata Meirelles pontua que é também uma forma de se respeitar a diversidade existente.

O marketing, sobretudo o digital, é um dos recursos que tem sido empregados por essas companhias a fim de relacionar a moda com a beleza e aumentar a comercialização de produtos. Vale ressaltar que o público passou a ser observado a partir de suas preferências de consumo, por meio das preferências de navegação na internet, além de vários outros critérios que permitem análises, destaca a empreendedora.

Se a internet é utilizada para divulgação do que é produzido nestas áreas, esta também passou a ser um dos principais canais de venda, aborda a empresária. Essa forma de comercializar produtos pode ser compreendida em razão da grande comodidade fornecida aos consumidores, evitando filas e deslocamentos desnecessários até as lojas físicas.

Bancos estrangeiros poderão socorrer estados brasileiros em crise financeira

Qualquer estado brasileiro que esteja passando por uma crise financeira e deseja fazer um empréstimo pode recorrer aos bancos do exterior. As notícias sobre essa decisão foram divulgadas em março de 2019 de acordo com a determinação da União. Segundo a decisão, será a União que decidirá quais os estados poderão recorrer aos bancos internacionais em momentos de crise.

Estados em situação de crise financeira, como o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros nesta mesma situação, poderão buscar ajuda em instituições financeiras internacionais já no primeiro trimestre deste ano. Os bancos como JPMorgan, Citibank, BNP Paribas, BofA e Santander já se posicionaram a favor desta decisão e demonstraram interesse em realizar empréstimos para os estados brasileiros com o aval da União. Neste caso, os empréstimos realizados terão a União como fiadora, como acontece na maioria dos empréstimos.

O motivo para esta decisão tomada pela União é porque o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico), os bancos estatais, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil não irão mais emprestar dinheiro para as unidades federativas que encontram-se em uma posição de calamidade financeira.

Essas instituições financeiras estão proibidas de fazer empréstimos para os estados, principalmente se for para o pagamento de salários de funcionários públicos. Eles deverão se ajustar e o Governo Federal deverá ficar de fora de qualquer empréstimo recorrente. É de responsabilidade dos estados em situação financeira calamitosa colocar as contas em dia.

Segundo Mansueto Almeida, atual secretário do Tesouro, essa medida permitirá que aproximadamente R$ 10 bilhões vindo dos bancos estrangeiros possam amenizar a crise vivenciada por esses estados. Ao todo, são sete estados brasileiros que estão em situação de crise financeira e com a economia defasada. Esses estados necessitam equilibrar as contas públicas e recorrer ao bancos brasileiros caso necessitem.

A União também determinou que os bancos estrangeiros poderão comprar direitos de recebimento de royalties do petróleo e títulos da dívida pública ativa, pois os governadores dos sete estados brasileiros em crise já deixaram claro que os R$ 10 bilhões não serão suficientes para cobrir as necessidades financeiras.

Líderes criam uma visão, gerentes criam metas

Os líderes pintam uma imagem do que eles vêem como possível e inspiram e envolvem seu pessoal a transformar notícias de visão em realidade. Eles pensam além do que os indivíduos fazem. Eles ativam as pessoas para fazer parte de algo maior. Eles sabem que equipes de alto desempenho podem realizar muito mais trabalhando juntas do que indivíduos trabalhando autonomamente. Os gerentes, ao contrário, se concentram em definir, medir e atingir metas. Eles controlam situações para alcançar ou exceder seus objetivos.

Líderes são disruptores orgulhosos. Inovação é o mantra deles. Eles adotam a mudança e sabem que, mesmo que as coisas estejam funcionando, pode haver um caminho melhor a seguir. E eles entendem e aceitam o fato de que mudanças no sistema geralmente criam ondas. Os gerentes mantêm o que funciona, refinando sistemas, estruturas e processos para melhorá-los.

Líderes estão dispostos a serem eles mesmos. Eles são autoconscientes e trabalham ativamente para construir sua marca pessoal única e diferenciada. Eles estão confortáveis ​​em seus próprios sapatos e dispostos a se destacar. Eles são autênticos e transparentes. Os gerentes imitam as competências e os comportamentos que aprendem com os outros e adotam seu estilo de liderança em vez de defini-lo.

Os líderes estão dispostos a tentar coisas novas, mesmo que possam falhar miseravelmente. Eles sabem que o fracasso é muitas vezes um passo no caminho para o sucesso. Os gerentes trabalham para minimizar o risco. Eles procuram evitar ou controlar os problemas em vez de abraçá-los.

Líderes têm intencionalidade. Eles fazem o que dizem que vão fazer e ficam motivados em direção a um grande objetivo, muitas vezes distante. Eles permanecem motivados sem receber recompensas regulares. Os gerentes trabalham em metas de curto prazo, buscando reconhecimento ou elogios mais regulares.

Os líderes sabem se não estão aprendendo algo novo todos os dias, não estão parados, estão ficando para trás. Eles permanecem curiosos e procuram permanecer relevantes em um mundo de trabalho em constante mudança. Eles procuram pessoas e informações que expandam seu pensamento. Os gerentes muitas vezes dobram o que os tornou bem-sucedidos, aperfeiçoando as habilidades existentes e adotando comportamentos comprovados.

Gastos dos brasileiros no exterior é menor em 2018, revela Banco Central

O Banco Central divulgou no dia 28 de janeiro de 2019 que o total de gastos de brasileiros com produtos e serviços no exterior chegou a um total de US$ 18,263 bilhões em 2018. O resultado obtido para o período é considerado baixo quando comparado com outros anos. Em 2017, por exemplo, as notícias divulgadas na época destacavam gastos de US$ 19,002 bilhões. Os dados mais atuais mostram um recuo de 3,88% em relação aos gastos dos brasileiros no exterior.

Embora os dados mostram uma queda, esse resultado é bastante positivo para o Brasil, pois isso significa que os brasileiros deixaram de gastar no exterior para utilizar recursos existentes no país. Há ainda outros dados divulgados pelo Banco Central que também destacam um bom cenário para a economia brasileira. Também em 2018, os estrangeiros que vieram ao Brasil gastaram US$ 5,917 bilhões, o que demonstra um crescimento considerável em comparação com 2017, quando o Brasil registrou US$ 5,808 bilhões em gastos de estrangeiros.

O principal fator para que os gastos dos brasileiros reduzissem no exterior foi a alta do dólar em 2018, que chegou a quase 17% de crescimento no acumulado do ano. De acordo com o BC, essa redução dos gastos dos brasileiros em compras no exterior ocorreu no mesmo período em que a moeda norte-americana valorizou em 2018, indicando essa valorização como o fator mais impactante para a redução.

Isso porque com o dólar em alta, as viagens e os serviços adquiridos no exterior ficam muito mais caros para os brasileiros. Esse fator reflete em diversos aspectos, como passagens, despesas com alimentação, despesas com hotéis, entre outros itens de viagens que percebem os efeitos de uma moeda mais cara.

Já o contrário disso também é observado, ou seja, os estrangeiros conseguem vir ao Brasil mais facilmente considerando que a nossa moeda perdeu valor em relação ao dólar. Por isso o aumento dos gastos de estrangeiros no país também pode ser explicado com a alta do dólar em 2018.

O Banco Central também revelou que a economia brasileira mostrou um crescimento significativo em 2018, o que impediu que a queda dos gastos dos brasileiros no exterior fosse maior. Essa alta da economia do país pode ter feito com que muitos brasileiros viajassem para o exterior. Se não fosse por esse fator, o recuo nos gastos dos brasileiros poderia ter sido ainda maior.