Liquidações: Donata Meirelles explica a importância desse tipo de ação para a moda

Em épocas em que as empresas varejistas de moda se veem em um mercado cada vez mais competitivo em busca de clientes, algumas estratégias para atrair a clientela se tornam habituais. Segundo informa a empreendedora brasileira Donata Meirelles, uma das práticas mais utilizadas pelos lojistas é a liquidação. Ela salienta que é importante que se tenha algumas noções acerca desse tipo de ação, a fim de que se possa extrair o melhor desse tipo de ocasião.

De modo geral, o ramo têxtil, assim como os outros que possam estar relacionados com o mundo da moda possuem mecanismos peculiares de funcionamento. Por se tratar de um mercado em que se lida com a vaidade das pessoas, este não pode obedecer às mesmas formas de vendas vistas em outros meios, tais como as praticadas em supermercados, por exemplo. Com isso, o empresário necessita estabelecer de que formas irá conduzir as liquidações.

Um equívoco frequentemente observado entre lojistas refere-se à administração de seus estoques. Quando se vende gêneros alimentícios, por exemplo, é indicado que se venda primeiro os produtos mais antigos. Para os estabelecimentos de moda, contudo, isso pode ser modificado. As pessoas anseiam mais pelas últimas tendências, ou seja, nem sempre é oportuno procurar empurrar ao consumidor as peças mais antigas do estoque. Em algumas ocasiões convém baixar acentuadamente os preços para que se evitem prejuízos, pontua a empresária.

Tão importante quanto baixar os preços, a divulgação das ações promocionais não pode ser relegadas a segundo plano. Com as redes sociais e os mecanismos voltados aos negócios essa missão se tornou mais fácil de ser realizada, reporta Donata Meirelles. O que se modificou foi maneira como se mensura o alcance obtido através dessas campanhas. Além disso, essa maior interação tem se tornado uma espécie de desafio aos gestores, já que também costuma ser usada para a realização de críticas.

Especialistas em gestão de empresas defendem que o cliente precisa se sentir representado pelas empresas que comercializam ou produzem moda. Essa necessidade de identificação com as marcas é algo que precisa ser considerado também quando se planeja colocar itens em liquidação. Isso implica em se ter cuidado com a apresentação que se dará às vitrines, bem como outras áreas do estabelecimento em ocorrerá uma determinada ação promocional.

Donata Meirelles pontua que o empreendedor precisa conhecer as predileções de sua clientela. Essa tarefa pode ser feita de várias maneiras. Até mesmo os negócios de pequeno porte poderão se valer disso, esclarece empresária. Dentre os modos mais eficazes e práticos de se conhecer o que os clientes gostam, a pesquisa por meio das redes sociais está entre os principais. Somente o fato de uma dada pessoa acompanhar a página de uma empresa já dá indícios de que esta é uma potencial consumidora. O interesse nestes casos, pode ser avaliado, destaca a empreendedora.

O que ocorre nas empresas da concorrência também importa quando se almeja dar início a uma liquidação. É uma forma de dar mais opções aos consumidores, que poderão escolher entre os melhores preços e os produtos que mais agradem suas preferências. Caso alguma empresa da concorrência anuncie que fará alguma promoção, pode-se aproveitar a ocasião para se fazer o mesmo. Tal circunstância poderá ser uma forma empregada para que potenciais clientes conheçam melhor o que é vendido. Vale destacar que esta é uma ocasião em que os diferenciais costumam ser considerados mais acentuadamente pela clientela.

Há quem se questione quanto à eficácia de se baixar os preços de forma considerável, mas vale salientar que é sempre melhor ganhar pouco do que ficar com um grande volume de mercadorias retido no estoque, ressalta a empresária. Além disso, as promoções costumam agradar os consumidores. Facilitar as formas de pagamento, assim como praticar preços mais em conta, também é algo que deve fazer parte do momento das promoções, uma vez que a clientela também valoriza esse tipo de posicionamento por parte das empresas.

Não se deve esquecer do poder comercial existente nas principais datas comemorativas, tais como Dia das Mães, Natal, entre outras. A empresária avalia que nessas épocas as pessoas estão mais naturalmente dispostas a investir mais em presentes, aquecendo o comércio de uma forma geral. Assim sendo, mesma que possa parecer algo clichê, estas ocasiões devem ser bastante valorizadas pelas empresas. As promoções nestas ocasiões costumam ser aguardadas pelas pessoas, o que torna necessário fazer algum tipo de ação promocional. Pode ser o momento de se conseguir maior lucratividade por meio do barateamento dos preços de produtos e até mesmo de serviços prestados.

O retorno financeiro decorrente das promoções pode ser percebido a longo prazo. Ao se avaliar as finanças de imediato, os benefícios desse tipo de ação podem não ser tão evidentes. Com o passar do tempo, contudo, as promoções passam a representar uma forma de lucro que consegue se sustentar. Caso seja necessário, pode-se recorrer a um serviço de consultoria financeira a fim de que se saiba se uma empresa tem conduzido adequadamente suas ações promocionais.

A fase que sucede as promoções deve ser utilizada para que os lojistas façam balanços tanto dos estoques, quanto em relação às receitas alcançadas. Não se deve deixar este tipo de procedimento para muito depois, uma vez que já será ocasião de se pensar em como ocorrerão as próximas estratégias promocionais. Donata Meirelles assinala que as experiências obtidas nessas promoções poderão servir como base para o futuro das empresas, de forma que cada vez mais as ações se darão de modo mais acertado.

Donata Meirelles – 30 anos no mundo da moda e intenso envolvimento em ações sociais

Reconhecida nacional e internacionalmente graças ao seu desempenho profissional e seu ativismo social, Donata Meirelles coleciona homenagens e premiações por seu trabalho no universo fashion e seu envolvimento com ações filantrópicas.

O know-how adquirido nos mais de 30 anos de atuação com tendências e estilo resultou no reconhecimento de sua trajetória de sucesso através de algumas de suas marcantes conquistas como o Troféu iG Moda de Fashionista, recebido em 2011; a classificação no ranking das 40 mulheres mais poderosas do país, elaborado pela Forbes; e a participação no ranking dos 5 melhores compradores internacionais do mundo, segundo a classificação feita pela revista francesa de moda, L’officiel.

O início da carreira de Donata no segmento da moda ocorreu enquanto cursava faculdade de economia. A brasileira, nascida em 7 de janeiro de 1969, ainda como cliente, foi convidada para trabalhar como vendedora na luxuosa butique Daslu. Anos após trancar o curso e se dedicar totalmente ao mercado fashion, Donata passou de vendedora para diretora e “braço direito” na administração do sofisticado magazine, onde ficou por mais de 20 anos.

Diante de sua expertise nos assuntos voltados para moda, em 2011, a fashionista foi convidada por Daniela Falcão, diretora-geral da Globo Condé Nast, para assumir o cargo de diretora de Estilo na revista Vogue Brasil. Na opinião de Donata, sua missão era oferecer para a revista seu ponto de vista como leitora e trabalhar para contribuir com novos conceitos e abordagens para alcançar bons resultados e sucesso da marca. Na TV Vogue, também atuou como apresentadora do programa “Quero Já”. Meirelles permaneceu na revista até os primeiros meses de 2019.

Na área do ativismo social, Donata Meirelles foi homenageada por sua efetiva colaboração com as organizações Brazil Foundation e amfAR. Além dessa e de outras homenagens ao longo de sua jornada, diante de seu comprometimento ao atuar em prol das pessoas infectadas pela AIDS/HIV, a paulistana também recebeu o prêmio Humanitarian, entregue pela amfAR, em 2014.

Donata, sempre que possível, participa de ações e eventos beneficentes em favor de diferentes causas sociais. As principais organizações apoiadas pela paulistana são: Women in the World Foundation, amfAR e Brazil Foundation.

Women in the World é o nome da fundação criada, em 2011, pela própria Donata Meirelles que vem exercendo a função de embaixadora da ONG até os dias de hoje. O propósito da fundação é agir em prol da proteção dos direitos das mulheres, como encorajar a proteção contra o feminicídio e estimular a equidade de gêneros. Com o crescimento da Women in the World, outras organizações não governamentais passaram a ser apoiadas pela instituição como a Brazil Foundation, Gerando Falcões e a amfAR. Além destas, as organizações Women of Impact Awards, Solutions Database e Women on the World no Campus também recebem apoio da instituição fundada por Meirelles.

A amfAR – The Foundation for AIDS Research – é uma organização não governamental e sem fins lucrativos que promove a angariação de fundos direcionados para a realização de pesquisas sobre a AIDS/HIV.

A razão de sua existência é assegurar: o aumento no valor destinado aos financiamentos das pesquisas, a defesa dos “direitos civis” dos portadores da AIDS/HIV, o fornecimento de suporte a políticas públicas e a viabilização ao acesso a medidas educativas de prevenção e tratamento da doença.

A soma arrecadada para os programas de pesquisas da amfAR, de 1985, quando foi criada, até os dias atuais é superior a US$517 milhões. A instituição também já contemplou mais de 3300 equipes de todo o mundo com bolsas para a realização de pesquisas.

Na mais recente edição do baile da amfAR em Cannes, na França, a quantia angariada ultrapassou US$15 milhões. Ao todo, desde seu primeiro evento realizado em 1993, foram arrecadados mais de US$235 milhões para a organização. Em 2018, o amfAR Gala São Paulo alcançou o valor aproximado de US$1 milhão para as pesquisas de combate a AIDS.

A Brazil Foundation foi criada, no ano 2000, por amigos que compartilhavam da mesma visão do desejo de ajudar a amenizar alguns problemas sociais existentes no país. A ideia era desenvolver uma rede formada por líderes sociais e iniciativas que viessem a contribuir com as propostas da entidade.

Os mais de US$40 milhões angariados pela ONG desde sua criação foram distribuídos para mais de 500 projetos de quase 200 instituições localizadas por todo o país. Ao todo, em 2018, a arrecadação brasileira fechou em R$10 milhões. Somente em um Baile de Gala realizado na capital paulista, a Brazil Foundation conseguiu arrecadar, entre o leilão e as vendas de convites, aproximadamente R$800 mil. Já em 2017, o evento alcançou a soma de R$1 milhão.

Donata Meirelles segue fazendo parte do grupo de assíduos apoiadores de causas sociais que promovem o estímulo a oportunidades, a igualdade e os direitos básicos dos seres humanos.

As maiores novidades da 47ª edição da SPFW, de acordo com Donata Meirelles

No final do mês de abril de 2019, mais uma edição da São Paulo Fashion Week, a N47, foi concluída após as mais de 30 grifes que formaram o line-up do evento terem encerrado a sua participação na principal semana de moda do país.

Entre os inúmeros trends que se destacaram nos desfiles, nove merecem uma atenção especial, noticia Donata Meirelles. Além disso, é importante ressaltar que a moda brasileira provou novamente a sua independência do mercado estrangeiro, valorizando tendências próprias em contrapartida aos trends que foram destaque nas semanas de moda de outros países.

  1. Regionalismos artesanais

As edições da São Paulo Fashion Week, quando comparadas aos outros grandes eventos de moda brasileiros, sempre teve a característica de se manter mais afastada dos regionalismos do país, mas nessa última edição, uma das grandes tendências foram as peças artesanais e com detalhes feitos à mão. Peças de crochê, macramê e tricô evoluíram para além da moda praia, onde já fazem sucesso há alguns anos, e conquistaram também a moda contemporânea, em itens como vestidos, saias e blusas, além de acessórios como bolsas e bijuterias. Esse trend surgiu como uma forma de ressaltar a brasilidade e trazer elementos do estilo local para a coleção de primavera-verão.

  1. Explosão de cores

Outro elemento bastante característico da moda brasileira e que apareceu com tudo nos desfiles da principal semana de moda do Hemisfério Norte foram as estampas coloridas e vibrantes. Normalmente, as passarelas da SPFW são mais conhecidas por sua sobriedade, até mesmo nas coleções de verão, que costumam apresentar uma cartela de cores mais neutra. Porém, nessa 47ª edição os estilistas resolveram se reinventar e optar por criações repletas de cores, além de incluírem componentes tropicais, étnicos e artísticos.

  1. Animal print

Talvez a única tendência que também foi vista nas semanas de moda do exterior, a estampa animal print demonstrou novamente que possui uma força atemporal. Esse trend, que imita a pele de vários animais, apareceu na São Paulo Fashion Week especialmente no formato de peles de cobras e leopardos. Mesmo sendo mais comum no outono-inverno, os estilistas conseguiram combiná-la de forma orgânica à coleção de verão, reporta Donata Meirelles, utilizando esse elemento com peças vibrantes e trazendo um toque mais moderno para as produções apresentadas.

  1. Looks monocromáticos

Apesar das estampas e de cores vibrantes terem sido amplamente utilizadas pelas grifes que desfilaram na N47, uma parte dos estilistas decidiu explorar os tons mais neutros e sóbrios nas passarelas da SPFW, o que já é uma tradição do evento. Desse modo, as produções monocromáticas surgiram em looks cheios de estilo e elegância, valorizando uma silhuetas menos marcada, com peças mais largas. Além disso, a tendência do monocromático foi abordada em três cores principais, vermelho, branco e preto.

  1. Contraste sensorial

O contraste entre várias cores diferentes não foi a única tendência envolvendo cores vista durante a maior semana de moda do país. Além disso, a mescla de texturas também esteve muito presente em alguns desfiles, especialmente de grifes mais conhecidas por seguir uma linha conceitual e dramática, como João Pimenta, Lino Villaventura e MIPINTA. Por essa razão, peças lisas e com tecidos cintilantes forma combinadas com itens de efeito jacquard, rendas e, novamente, o matelassê, criando um efeito diferenciado e ainda mais estiloso para as peças da coleção nacional de primavera-verão.

  1. Pescoço coberto

Quando se fala em tendências das passarelas, o mais comum é comentar sobre modelos de peças específicas, tecidos, o caimento das roupas ou as cores que estão mais em alta. Contudo, de forma curiosa, um dos principais trends da N47 foi manter o pescoço coberto através das blusas e vestidos de gola alta. Revisitada com frequência no street style, a característica inundou a maioria dos trabalhos exibidos na semana passada.

  1. Destaque para as extremidades

Com o intuito de evidenciar as extremidades do corpo, a São Paulo Fashion Week resgatou a moda dos ombros marcados, uma das maiores tendências da década de 1980. Além de apresentar inúmeras produções com ombreiras, alguns outros recursos também foram utilizados para destacar as extremidades do tronco, como por exemplo, peças com drapeados, babados e ainda camadas de renda colocadas de maneira estratégica para criar a ilusão de volume. Esse trend foi capaz de trazer um toque mais conceitual e delicado para a coleção, informa Donata Meirelles.

  1. Decote em V profundo

Nos desfiles que aconteceram recentemente em Milão, o destaque foram para as golas com laços, mas como o clima do verão no Brasil exige mais conforto e exuberância, a tendência por aqui demonstrou ser o completo oposto, com decotes bem cortados, em formato de V, valorizando ao máximo a silhueta. Sendo assim, a próxima temporada de primavera-verão será protagonizada por muitos vestidos, blusas e camisetas com esse formato. Nos desfiles, o trend foi combinado com peças de baixo menos justas ao corpo, criando um contraste interessante entre o sensual e o casual.

  1. Franjas com movimento

Em paralelo ao uso cada vez mais intenso do macramê, os acabamentos feitos com franjas também apareceram de forma recorrente nos desfiles apresentados na SPFW, trazendo um movimento interessante para as peças, reporta Donata Meirelles. Seja em camadas ou em formatos mais alongados, essas tiras de tecido foram utilizadas em diferentes peças, como blusas, vestidos, conjuntos de calça e blazer, e até mesmo em chapéus, conferindo um toque “boho chic” aos itens, uma tendência que tem se mantido em alta nos últimos anos.

Por que o marketing de conteúdo é importante

O marketing de conteúdo é importante, não apenas porque funciona para construir confiança, gerar leads e cultivar a lealdade do cliente, mas porque se tornou o novo normal do lado do consumidor. É, por si só, ajudar a evoluir o que os clientes esperam das marcas com as quais eles interagem. Negligenciar isso é muito mais arriscado do que investir nele.

Que marca de viagem, comida ou moda pode existir hoje sem uma página do Instagram vibrante, vídeos e algumas campanhas de influência?

As empresas de software se tornaram professores de tecnologia com vídeos e livros eletrônicos. Até mesmo o setor financeiro criou aplicativos, centros de conhecimento on-line e outras ferramentas para ajudar indivíduos e clientes corporativos a atingirem melhor suas metas financeiras e fazê-lo com um nível de transparência e conveniência que era inédito 15 anos atrás.

Grande conteúdo, especialmente as estratégias dinâmicas e bem pensadas, estão mostrando aos consumidores que eles merecem mais.

O principal motivo pelo qual o marketing de conteúdo é importante é que seus clientes apreciam isso. O marketing de conteúdo gera três vezes mais leads do que o marketing de saída, gera taxas de conversão seis vezes mais altas e tem o potencial de um aumento de 7,8 vezes no tráfego da web.

Outra razão pela qual o marketing de conteúdo é tão importante é que é o segredo para entender nossos clientes. Os dados que estamos vendo enquanto as pessoas percorrem a jornada do cliente – taxas de engajamento em postagens de mídias sociais, vídeos que as pessoas assistem, quais usuários de e-books baixam, postagens em blogs que eles lêem e compartilham com suas redes – isso é incrivelmente informações poderosas para os profissionais de marketing.

Ao acompanhar qual conteúdo é o mais bem-sucedido, estamos aprendendo mais sobre nossos consumidores e expandindo os negócios. Isso dá às marcas que investem pesado em marketing de conteúdo – e que são hábeis em entender suas ferramentas de automação de marketing e CRM – uma enorme vantagem.

Comece com os recursos que você tem. Crie uma estratégia e comprometa-se com um alto nível de qualidade e uma mensagem de marca focada. E continue a desenvolver sua estratégia de conteúdo à medida que você aprende mais sobre seus clientes, se envolve com eles e cria a ponte entre sua marca e as pessoas para as quais sua empresa existe.

O que é um analista de negócios?

Poderíamos dizer que um analista projeta visões sobre como o impacto de uma tecnologia evoluirá em mercados e sociedades em um período de tempo definido. Essas visões – ou notícias, se você preferir – são baseadas em uma metodologia de pesquisa robusta. O analista explora a área de tecnologia e seu potencial de mercado, conversando com interessados ​​em tecnologia, mas também lendo (que nunca é suficiente para um analista!) Relatórios de empresas, documentos e estudos de outras organizações públicas / acadêmicas e consórcios da indústria. O analista então criará modelos que devem descrever a evolução da tecnologia sob escrutínio. Esses modelos podem ser estatisticamente baseados, mas também podem ser qualitativos; por exemplo, olhando tendências, desafios e implicações sociais.

Em tudo isso, a subjetividade do analista é inevitável. Na verdade, é o valor real. Seu pensamento, apoiado por extensa pesquisa, é a base dessas visões. Portanto, você será confrontado por várias interpretações. Você pode encontrar consenso entre a comunidade de analistas. Você pode encontrar visualizações radicalmente diferentes. Quem quer que você tenha diante de você, e o que quer que ele diga, os aspectos mais importantes são sua confiança no assunto, capacidade de transformar conhecimento e compreensão de insights inválidos e a flexibilidade intelectual necessária para refinar interpretações em detalhes através de etapas analíticas. Lembre-se, os analistas são humanos e não deuses. A única verdade pertence aos Deuses, se você é um crente, e certamente não para os analistas!

Podemos considerar o analista como quebra-cabeças. Cada peça do quebra-cabeça representa uma área de macroempresa, como tecnologias de informação e comunicação, automotiva, energia e assim por diante. Você pode encontrar empresas que olham para muitas peças do quebra-cabeça. Estas são geralmente grandes empresas. Cada peça do quebra-cabeça pode se tornar um quebra-cabeça. Por exemplo, no caso das tecnologias de informação e comunicação, eles pesquisam em comunicações móveis, comunicações unificadas, segurança e uma infinidade de outras áreas. Essas áreas podem então ser divididas em segmentos. Por exemplo, no caso das comunicações móveis, elas executam pesquisas em computação móvel, dispositivos móveis etc. Um ou mais analistas cobrem cada uma dessas peças do quebra-cabeça. Então, você tem empresas de pesquisa especializadas que analisam partes específicas do quebra-cabeça, por exemplo, empresas de pesquisa que se concentram apenas em comunicações móveis (e, na verdade, você pode ir ainda mais longe com empresas que simplesmente analisam a computação móvel).

Um guia para o marketing sazonal de afiliados

Saiba como aproveitar as estações e como elas influenciam a compra do consumidor para maximizar seus retornos de marketing de afiliados.

Quando se trata de marketing afiliado, os hábitos de compra dos consumidores impactam maciçamente as vendas de muitos tipos de produtos e serviços em diferentes pontos ao longo do ano. Considerando isso ao considerar quais categorias de produtos / serviços você deve focar em suas atividades de marketing de afiliados em qualquer ponto do ano, use a sazonalidade como um fator crítico para julgar o que promover (aproveitando as tendências predominantes nos gastos do consumidor).

Se você focar seu marketing e seus recursos nas categorias certas de produtos / serviços nas épocas certas do ano, você aumentará significativamente a lucratividade e o retorno de suas atividades de marketing de afiliados. Você também evitará as quedas significativas nas vendas de muitos produtos / serviços diferentes durante uma parte diferente do ano).

Para ajudá-lo a maximizar seus esforços nos negócios e retornar, aqui estão pontos-chave do ano em que certas categorias de produtos / serviços veem aumentos maciços nas vendas.

Antes do natal. O período imediatamente anterior ao Natal representa um enorme aumento nas compras dos consumidores, mas categorias específicas superam as de outros nessa época do ano. Uma das principais categorias de produtos que é particularmente boa antes do Natal é a de cestas de presente, incluindo produtos de beleza.

A venda de produtos de beleza, incluindo maquiagem, fragrâncias, cuidados com a pele e cabelos, aumenta um pouco antes do Natal, pois muitos consumidores compram presentes de Natal para seus entes queridos (a fragrância é particularmente boa nesta época do ano, com 40% das vendas totais de fragrâncias lugar neste momento).

Depois do Natal. Depois que o Natal não é uma época do ano, muitas pessoas associam-se a qualquer aumento significativo na compra do consumidor, na verdade, é a época do ano em que o mínimo é gasto na maioria das categorias, exceto por algumas exceções.

Uma dessas exceções é devido a muitas pessoas bebendo e comendo demais durante este período de férias. Isso resulta após o Natal, em muitos consumidores, ganhando ou sentindo que eles ganharam peso e vendo a deterioração em sua saúde, levando muitos a procurar aliviar esses problemas percebidos através da compra de produtos / serviços para ajudar a melhorar sua situação.

Líderes criam uma visão, gerentes criam metas

Os líderes pintam uma imagem do que eles vêem como possível e inspiram e envolvem seu pessoal a transformar notícias de visão em realidade. Eles pensam além do que os indivíduos fazem. Eles ativam as pessoas para fazer parte de algo maior. Eles sabem que equipes de alto desempenho podem realizar muito mais trabalhando juntas do que indivíduos trabalhando autonomamente. Os gerentes, ao contrário, se concentram em definir, medir e atingir metas. Eles controlam situações para alcançar ou exceder seus objetivos.

Líderes são disruptores orgulhosos. Inovação é o mantra deles. Eles adotam a mudança e sabem que, mesmo que as coisas estejam funcionando, pode haver um caminho melhor a seguir. E eles entendem e aceitam o fato de que mudanças no sistema geralmente criam ondas. Os gerentes mantêm o que funciona, refinando sistemas, estruturas e processos para melhorá-los.

Líderes estão dispostos a serem eles mesmos. Eles são autoconscientes e trabalham ativamente para construir sua marca pessoal única e diferenciada. Eles estão confortáveis ​​em seus próprios sapatos e dispostos a se destacar. Eles são autênticos e transparentes. Os gerentes imitam as competências e os comportamentos que aprendem com os outros e adotam seu estilo de liderança em vez de defini-lo.

Os líderes estão dispostos a tentar coisas novas, mesmo que possam falhar miseravelmente. Eles sabem que o fracasso é muitas vezes um passo no caminho para o sucesso. Os gerentes trabalham para minimizar o risco. Eles procuram evitar ou controlar os problemas em vez de abraçá-los.

Líderes têm intencionalidade. Eles fazem o que dizem que vão fazer e ficam motivados em direção a um grande objetivo, muitas vezes distante. Eles permanecem motivados sem receber recompensas regulares. Os gerentes trabalham em metas de curto prazo, buscando reconhecimento ou elogios mais regulares.

Os líderes sabem se não estão aprendendo algo novo todos os dias, não estão parados, estão ficando para trás. Eles permanecem curiosos e procuram permanecer relevantes em um mundo de trabalho em constante mudança. Eles procuram pessoas e informações que expandam seu pensamento. Os gerentes muitas vezes dobram o que os tornou bem-sucedidos, aperfeiçoando as habilidades existentes e adotando comportamentos comprovados.

Guilherme Paulus diz como lidar com a concorrência e dá dicas para vencê-la

Guilherme Paulus tem mais de 40 anos de experiência no ramo do turismo. O empresário, idealizador da CVC, já passou pelos mais diferentes desafios na sua longa jornada. Afinal, transformar uma pequena agência de viagens na maior da América Latina não é fácil.

Foi isso que Paulus conseguiu fazer e, nesse processo, precisou saber trabalhar bem com a concorrência e se destacar. Para exemplificar como encara essa disputa eterna pelo cliente, Guilherme Paulus diz que os empresários podem pensar em como é um torneio de natação.

Em uma disputa dentro d’água, milésimos de segundos podem tirar o atleta do pódio e algo semelhante acontece na competição entre as empresas. Um pequeno detalhe faz com que os clientes escolham o concorrente a você.

Para a agência de viagens isso está ainda mais intenso, relata Guilherme. O empresário enfatiza que, atualmente, além das lojas que vendem os pacotes, é preciso concorrer com os negócios nascidos no mundo virtual. Afinal, há inúmeros meios eletrônicos de comprar passagens e reservar hotéis. Como lidar com isso?

Para Paulus, a internet é maravilhosa, mas é necessário usá-la de forma positiva e eficiente. Além de também estar presente nela, a agência precisa garantir que o atendimento presencial, nas lojas físicas, sejam impecáveis. Afinal, é esse o grande diferencial entre a compra virtual e a física, o atendimento humano. Se ele não for bem realizado, o consumidor não o procurará mais.

Outro ponto que Guilherme Paulus destaca, em relação à concorrência, é que o empreendedor precisa ficar atento à concorrência direta e indireta. Além dos sites de viagens, que são concorrências diretas, ele classifica o orçamento do consumidor como indireta.

Ele lembra que o orçamento do cliente é só um e, dificilmente, quem acaba de investir em um carro, vai ter condições de pagar por uma viagem na sequência. Por isso, o empresário precisa ficar atento ao que acontece não apenas no seu setor, mas ao seu redor e fazer de tudo para não perder venda.

Isso sempre foi levado em conta por Guilherme Paulus que, ainda jovem, quando decidiu focar na CVC, viu que precisaria se adequar às condições financeiras de possíveis clientes. Foi por isso que resolveu começar a parcelar os pacotes de viagens. Essa prática deu certo e ajudou a empresa a acrescer. O ponto positivo foi tão grande que ela mantém essa prática até hoje.

Segundo Guilherme Paulus, alcançar o sucesso é um desafio diário

Com toda a história de sucesso, Paulus também fala como o empresário precisa encarar o seu negócio, para que o sucesso seja alcançado. Para ele, além de acreditar no que faz e ter um objetivo claro, é necessário estar pronto para imprevistos.

Guilherme compara a empresa a um jogo de videogame. Segundo ele, nos dois a pessoa não sabe o que vem pela frente.

Como o inesperado faz parte, o empresário precisa estar pronto para lidar com ele. Segundo o dono da CVC, uma forma de fazer isso com maestria é conhecer o setor a fundo. Assim, quando algo ocorrer fora do controle, a ideia da solução virá mais rapidamente.

Além disso, é preciso entender que diariamente o empresário está em uma competição e, para prosperar, é preciso estar focado e conseguir vencer os concorrentes. Segundo Guilherme, só através de muito trabalho e dedicação isso se torna possível.

A atuação do sócio-fundador da CVC, Guilherme Paulus, no Turismo brasileiro

Se você ouve o nome Guilherme Paulus no setor turístico, precisa saber de quem se trata. sócio-fundador da CVC e presidente do Conselho administrativo da CVC Corp, o empresário ainda pode colocar no hall da experiência o status de membro do Conselho Nacional de Turismo, além da presidência do Grupo GJP.

Nascido em São Paulo, Guilherme Paulus se formou em administração de empresas e acumula mais de 40 anos de atuação na área do Turismo. Na Casa Faro Turismo, o cargo de agente de viagem foi seu primeiro emprego em 1971. Em 72, seu espírito empreendedor o levou a fundar a CVC, juntamente com um sócio. Assim se deu o início da empresa, uma agência de viagens que operava com sede no centro de Santo Andre, no estado de São Paulo.

Em 74, Paulus comprou as ações do então sócio e deu sequência aos trabalhos do empreendimento, investimento com foco no transporte rodoviário. As atividades, como excursão, contavam com um público-alvo principal: os grêmios de grandes empresas instaladas na região do ABC paulista, formados por seus colaboradores.

Mesmo depois de tanto tempo, o alto desempenho continua se consolidando. O executivo Guilherme Paulus conquistou — por meio do trabalho da CVC — o título de maior agência e operadora de viagens da América Latina. A empresa comandado pelo empresário opera milhões de viagens nacionais e internacionais, contemplando transporte aéreo, marítimo e terrestre, além de contar com mais de 800 produtos diferentes.

A atuação do negócio abrange ainda os agentes de viagens independentes credenciados, chamados de multimarcas, ampliando assim a sua atuação.

Com foco na hotelaria, Guilherme Paulus é sócio majoritário de um complexo hoteleiro localizado na Serra Gaúcha: Serrano Resorts Convention & SPA — considerado o melhor hotel da região — e o hotel Alpenhaus Gramado, além do castelo Saint Andrews, todos em Gramado, no Rio Grande do Sul. O último nome é um estabelecimento de luxo, que oferece a experiência exclusive house.

A GJP conta com hotéis e resort em Porto Seguro, Maceió, Porto de Galinhas, Natal, Foz do Iguaçu, Itacaré, Bento Gonçalves e Porto Alegre. Há ainda um ecoresort em Aracaju, empreendimento recente e promissor.

Para complementar as bandeiras de luxo, há especulação sobre a inauguração de um hotel em São Paulo capital. Esse novo negócio promete um restaurante que faz jus ao nível do estabelecimento, além de espaço para eventos. A ideia de fundir o coração metropolitano do estado de São Paulo com uma grande marca luxuosa atende a demanda da região, já que o edifício arrematado por Guilherme Paulus se trata de onde era a conceituada agência de publicidade DPZ, bem localizada na avenida Cidade Jardim.

A expectativa é que o hotel seja entregue entre 2020 e 2021, com seus 65 apartamentos e rooftop para complementar o ar de requinte na cidade. A bandeira ainda não foi divulgada, mas sabe-se que o empreendimento é de luxo e deve ser lançado para estrear uma nova marca do grupo GJP. Há indícios que uma unidade seja construída também no Rio de Janeiro capital, seguindo exemplos de casos de sucesso no mercado hoteleiro, como a luxuosa rede Emiliano.

Empreendedorismo startup

O ceticismo não encontra substância quando dizemos que as startups são as que roubam os holofotes do século XXI. Estamos cercados de startups e se você seguir as notícias, você deve ter formado uma imagem de uma startup como um grupo de caras que começaram um negócio incrivelmente inovador em sua garagem com uma estratégia de negócios inovadora. Mas esta é apenas uma visão cinematográfica de startups. Uma startup real é totalmente diferente da que você tem em mente.

O que é uma inicialização? Uma startup é uma estrutura de negócios criada para resolver um problema entregando um novo produto ou serviço sob condições de extrema incerteza. Muitos empreendedores e renomados magnatas de negócios definem startup como uma cultura e uma mentalidade de construir um negócio com base em uma ideia inovadora para solucionar pontos críticos. Paul Graham, o fundador da Y Combinator, simplificou ainda mais a definição da startup e a associou ao crescimento.

Uma startup é uma empresa projetada para crescer rapidamente. Ser recém-fundado não faz de uma empresa uma startup. Nem é necessário que uma startup trabalhe com tecnologia, nem tome fundos de risco, ou tenha algum tipo de “saída”. A única coisa essencial é o crescimento. Tudo o mais que associamos a startups vem do crescimento.

Crescimento: Essa diferença é porque há uma palavra distinta, “startup”, para empresas projetadas para crescer rapidamente. Se todas as empresas fossem essencialmente similares, mas algumas por sorte ou os esforços de seus fundadores acabassem crescendo muito rápido, não precisaríamos de uma palavra separada. Nós poderíamos apenas falar sobre empresas super bem sucedidas e menos bem sucedidas. Mas, na verdade, as startups têm um tipo diferente de DNA de outras empresas. O Google não é apenas uma barbearia cujos fundadores eram excepcionalmente sortudos e trabalhadores. O Google foi diferente desde o começo.

Uma coisa que diferencia startups de outros negócios é a relação entre seu produto e sua demanda. Startups têm produtos que visam um mercado amplamente inexplorado. Os empreendedores iniciantes conhecem a estratégia perfeita para criar um produto que o mercado deseja e para alcançar e atender a todos eles. Isso desencadeia o rápido crescimento.