Yakult ganha popularidade no exterior graças ao novo filme da Netflix

A marca Yakult se tornou um dos assuntos mais falados no mundo do marketing ao longo das últimas semanas, devido ao lançamento da comédia romântica da Netflix, Para Todos os Garotos que Já Amei. Após assistirem ao filme, milhares de pessoas reconheceram a embalagem do produto de origem japonesa, apesar do nome da marca não ser citado ou mostrado no longa.

De acordo com a rede Bloomberg, essa súbita repercussão positiva fez com que as ações da empresa tivessem um aumento de quase 3%. Até então, em 2018, a Yakult acumulava uma queda de cerca de 6%. Apesar de ser bastante famosa em países asiáticos, e também no Brasil, a marca era pouco conhecida entre os consumidores nos Estados Unidos.

No longa, o protagonista Peter Kavinsky se interesse em provar Yakult ao ver o quanto a sua namorada, Lara Jean, é apaixonada pela bebida. Desse modo, o imenso sucesso do filme e o grande número de fãs do casal de protagonistas podem explicar a razão da bebida ter ganhado tanta popularidade em pouco tempo.

Desde que o filme foi lançado, o Yakult recebeu milhares de menções nas redes sociais, e segundo dados da TickerTags, uma plataforma de pesquisa que estuda a ligação entre as mídias sociais e o desempenho das marcas, muitas dessas menções foram positivas e demonstraram interesse em conhecer mais sobre o produto.

Para o presidente da TickerTags, Mark Bachman, o Yakult está ganhando relevância como marca e isso poderá resultar em um volume de vendas maior a médio prazo. Um indicativo que comprova essa teoria são as menções de usuários americanos sobre a dificuldade de encontrar o produto nos supermercados do país, o que evidencia que muitas pessoas estão procurando por ele.

Sobre o assunto, Atsushu Nemoto, que é o presidente do Yakult no Brasil, se pronunciou oficialmente afirmando que não sabia que o filme iria usar uma bebida bastante similar ao seu principal produto em uma cena de destaque. Segundo ele, foi uma surpresa para a marca, a qual acabou sendo muito positiva devido a repercussão favorável recebida pelo Yakult em vários mercados, especialmente no norte-americano.

Entendendo a economia e seus sistemas

Embora uma ampla gama de instituições e costumes sociais tenham sido associados às atividades econômicas da sociedade, apenas um número muito pequeno de modos básicos de provisionamento pode ser descoberto sob essa variedade. De fato, a história produziu apenas três desses tipos de sistemas econômicos: aqueles baseados no princípio da tradição, aqueles centralmente planejados e organizados de acordo com o comando , e o número um tanto pequeno, historicamente falando, no qual a forma organizadora central é o mercado .

A própria escassez de modos fundamentais de organização de economia chama a atenção para um aspecto central do problema dos “sistemas” econômicos – que, por sua vez, o objetivo para o qual todos os arranjos econômicos devem ser tratados permaneceu inalterado ao longo da história humana. Em termos simples, esse objetivo invariável é a coordenação das atividades individuais associadas ao provisionamento – atividades que vão desde o fornecimento de alimentos de subsistência em sociedades de caça e coleta a tarefas administrativas ou financeiras em sistemas industriais modernos. O que pode ser chamado de “problema econômico” é a orquestração dessas atividades em uma estrutura coerente. todo social – coerente no sentido de prover uma ordem social com os bens ou serviços necessários para assegurar sua própria continuidade e cumprir sua missão histórica percebida.

A coordenação social pode, por sua vez, ser analisada como duas tarefas distintas. O primeiro deles é oprodução dos bens e serviços necessários à ordem social, tarefa que requer a mobilização dos recursos da sociedade, incluindo seu esforço humano mais valioso. De importância quase igual é a segunda tarefa, o apropriadodistribuição do produto. ( Veja a teoria da distribuição .) Esta distribuição não só deve prover a continuidade da oferta de trabalho de uma sociedade (mesmo os escravos tinham que ser alimentados), mas também deve estar de acordo com os valores predominantes de diferentes ordens sociais, favorecendo alguns beneficiários de renda. outros, homens sobre as mulheres, aristocratas mais plebeus, de propriedade proprietários mais de não-proprietários, ou partido políticomembros sobre não-membros. Em tratamentos padrão de livros didáticos, o problema econômico de produção e distribuição é resumido por três questões que todos os sistemas econômicos devem responder: que bens e serviços devem ser produzidos, como bens e serviços devem ser produzidos e distribuídos, e para quem os bens e serviços serviços devem ser produzidos e distribuídos.

Empreendedorismo precisa de um ecossistema estimulante

Tanto o fundador da Microsoft, Bill Gates, quanto o falecido Steve Jobs, fundador da Apple, abandonaram a faculdade, apesar de seu sucesso final ter significado não apenas idéias realmente inovadoras, mas também estavam prontas para a longo prazo e aguente quando as coisas ficarem difíceis. Até mesmo o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, assim como Larry Paige e Sergey Brian, do Google, podem ser considerados empresários verdadeiramente revolucionários.

Empreendedorismo precisa de um ecossistema estimulante.

Finalmente, observe o uso do termo ecossistema alimentador . Isso significa que, assim como os empreendedores não podem ter sucesso se não tiverem os atributos necessários, eles não conseguirão nem tê-los, mas viver em um ambiente ou país que não incentive riscos ou tolerar falhas e, mais importante, seja incapaz de provê-los capital humano necessário para o sucesso. Isto significa que os Estados Unidos continuam a ser o país proeminente para o empreendedorismo, pois tem o ecossistema necessário para que estes empreendedores sejam bem sucedidos, enquanto em muitos países, é frequentemente impossível ou difícil encontrar financiamento, trabalhar através da burocracia e garantir que os fatores ambientais não inibir o empreendedorismo.

Princípios do empreendedorismo

Os empreendedores precisam seguir alguns princípios básicos que serviriam como diretrizes e balizas para seu sucesso. Com base na pesquisa realizada ao longo de um período de três anos e entrevistando mais de 150 empresários, conhecido autor e especialista em gestão, Bill Murphy saiu com um livro sobre empreendedorismo que foi publicado pela Harvard Business School. Este artigo é baseado nos insights deste livro e lista cinco princípios que devem servir como marcadores tanto para os aspirantes quanto para os empreendedores existentes. Uma das percepções desta pesquisa é que a maioria desses princípios pode ser aprendida com a experiência e o processo de iniciar um empreendimento é uma experiência educacional em si. Com esta introdução, podemos agora passar para os cinco princípios do empreendedorismo, conforme proposto por Bill Murphy.

Não é sempre o caso que os empresários devem ganhar dinheiro rápido e isso não deve ser o objetivo

É importante que os empreendedores testem as águas antes de lançar um novo empreendimento. Isso significa que é preciso comprometer-se com o ideal de empreendedorismo e experimentar novos modelos de negócios e novas formas e paradigmas de transações comerciais.

Devido a alta do dólar, brasileiros gastam 7,87% menos no exterior

Os gastos dos brasileiros que viajam para o exterior atingiram a casa dos US $ 1,731 bilhão em julho de 2018, um recuo de 7,87% em comparação com o mesmo mês em 2017. No ano passado, a soma dos gastos de brasileiros no exterior foi de US $ 1,879 bilhão. Esses dados forma divulgados pelo BC – Banco Central – no final do mês de agosto de 2018. Esse é o segundo mês consecutivo onde os gastos dos brasileiros que viajam ao exterior apresentam uma redução quando comparado com 2017.

No resultado acumulado dos últimos sete meses de 2018, as despesas obtidas pelos brasileiros no exterior somaram US $ 11,304 bilhões, o equivalente a 5,8% de elevação quando comparados com o mesmo período no ano passado, que foi de US $ 10,684 bilhões. De acordo com o chefe adjunto do Departamento de Estatística do BC, Fernando Lemos, a valorização do dólar é o principal responsável pela queda no consumo dos brasileiros no exterior.

“Os orçamentos previstos por muitos brasileiros em viagens, incluindo compras e passeios, são realizados com base na moeda nacional (real). Desta forma, é natural que o comportamento do câmbio atual afete ainda mais esses orçamentos e os gastos dos brasileiros no exterior. A diferença na economia norte-americana e brasileira seguem sentidos opostos, tendo como uns dos principais termômetros a cotação entre as moedas”, explicou Lemos.

Logo no começo de 2018, o preço do dólar estava na casa dos R$ 3,26, encerrando o mês de março em R$ 3,32. Já no final do mês de junho deste ano, a cotação encerrou o mês em R$ 3,85. Em agosto deste ano, devido às incertezas no cenário político do país, a moeda norte-americana atingiu recordes históricos, encerrando o mês em R$ 4,12. Essas não são boas notícias para os brasileiros que consomem produtos e serviços no exterior.

Lemos também enfatizou que os gastos no mês de julho deste ano lá fora, quando analisados em reais, é o mesmo valor em comparação com o mesmo período no ano passado. Isso mostra que as despesas na moeda nacional mantiveram-se iguais ao ano passado, mas quando comparados em dólares, essas despesa são menores devido a alta cotação da moeda norte-americana.

Governo amplifica lei do PIS/Pasep para injetar bilhões na economia e alavancar o crescimento do país em época de crise.

A medida tomada pelo governo de ampliar a lei que libera os saques do PIS/Pasep, para os cotistas de todas as idades que trabalharam entre 1971 e 1988, vai injetar na economia cerca de 39 bilhões de reais, segundo o ministério da fazenda.

A lei foi sancionada nesta quarta, pelo presidente Michel Temer e tem um público potencial de aproximadamente 28,7 milhões de beneficiários. Na cerimônia, que ocorreu no palácio do planalto, o presidente afirmou que o objetivo com essa medida é movimenta a economia brasileira https://googleweblight.com/i?u=https://g1.globo.com/economia/noticia/com-previsao-de-injetar-r-39-bilhoes-na-economia-saques-do-pis-pasep-podem-elevar-pib-em-05-ponto-diz-governo.ghtml&hl=pt-BR .

O governo tenta com essa medida amenizar o caos causado pela greve dos caminhoneiros. O montante injetado na economia é muito maior que as perdas geradas pela greve, segundo o ministério da fazendo, além disso é uma tentativa de melhorar a expectativa de crescimento do PIB nacional.

O PIS/Pasep, segundo o governo, é o fundo com dinheiro depositado pelos empregadores tanto do setor privado, quanto do setor público, para os empregados, que trabalharam entre 1971 e 1988. Em 1988 com a promulgação da constituição Federal, o destino dessa contribuição foi alterado e então os recursos passaram a ser depositado no FAT (Fundo de amparo ao trabalhador).

A mudança da lei é uma novidade bem vista tanto pela população comum, quanto por especialistas. Durante muito tempo os saques do fundo só podiam ser feitos em situações muito específicas (invalidez, aposentadoria, idade mínima de 70 anos, óbito do cotista e algumas doenças específicas) . Porém recentemente essas regras passaram a ser mais flexíveis.

O prazo para saques do benefício seguem um calendário, programado pelo governo, e começam nesta segunda. Os beneficiários com idades entre 57 e 59 anos serão os primeiros, em outro momento ainda este ano o benefício será liberado para os beneficiários de todas as idades. Os saques poderão ser feitos na caixa econômica (no caso dos funcionários privados) e no banco do Brasil (no caso de funcionários públicos). Os beneficiários que forem correntistas desses bancos receberão diretamente na conta, enquanto aqueles oque não forem terão que dar entrada em um dos bancos.

Safra de grãos é revisada para menos referente a safra 2017/2018

A produtividade de grãos da safra referente a 2017/2018 tem a perspectiva de atingir 227,9 milhões de toneladas produzidas, o que representa um recuo de 4,1% nas perspectivas traçadas com base na projeção passada, que era de 237,7 milhões de toneladas produzidas. Em relação a área de cultivo, houve um crescimento nestas projeções, elevando em 1% essa área total de produção, equivalentes a um número maior que os 61 milhões de hectares previstos para a produção até o final da safra.

De acordo com o secretário de Política Agrícola do Mapa– Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento -, Neri Geller, o país está otimista diante das projeções.

“O clima é muito favorável, as expectativas estão melhores. Esse é o 4º levantamento, e a cada pesquisa, registra-se crescimento. Estamos na expectativa dessa tendência prosseguir nos próximos levantamentos. E aí estão os resultados, a queda na inflação, muito em função da produtividade que acontece no campo – feijão, arroz, a cesta básica caindo de preço em função da expectativa da próxima safra”, explica o secretário.

Devido a um maior plantio de culturas consideradas principais estarem já concluídas, a produção de soja e de milho acaba atraindo mais os produtores em 2018, que respondem por 90% dos grãos produzidos em todo o país. Em relação a Soja, a previsão será de 3,2% a menos na produção em relação a projeção antigas, o equivalente a 110,4 milhões de toneladas em comparação com 114,1 milhões de toneladas projetadas.

Em relação ao milho, o esperado é de 5,6% a menos em comparação com a produção anterior. Para 2018, a produção de milho poderá atingir 92,3 milhões de toneladas produzidas em relação ao volume de 97,8 milhões de toneladas produzidas no período anterior. O secretário enfatizou que os estoques de milho encontram-se elevados em 2018, e a venda em balcões é uma estratégia para controlar a inflação este ano.

“No 2º semestre do ano passado, o governo teve que fazer a subvenção da garantia de preço mínimo com R$ 800 milhões porque a colheita foi muito assentada na segunda safra. A produção seguirá alavancando a economia do Brasil, ajudando a controlar, e muito, a inflação diante das vendas realizadas em balcões”.

IBGE divulga dados oficiais da inflação medida pelo IPCA em dezembro de 2017

No final de 2017, o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – fechou o ano com uma alta na acumulação de dezembro, encerrando o ano em 2,95%. Esse resultado foi divulgado no dia 10 de janeiro deste ano pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – que divulga o resultado do IPCA todos os meses. O atual resultado demonstra que houve uma queda percentual de 3,94 pontos na comparação do mesmo período em 2016. Esse é considerado o menor nível apresentado pelo indicador desde 1998, quando o indicador buscou uma taxa de 1,65%.

Colocando o mês de dezembro de 2017 em evidência, o resultado apresentado pelo indicador demonstra uma inflação na casa dos 0,44%. Existe uma indicação de alta percentual de 0,16 ponto quando é comparado os meses de dezembro e novembro do ano passado, sendo responsável pela maior variação mensal ocorrida no ano passado. Já com os dados consolidados pelo instituto em relação ao ano passado, o indicador permaneceu abaixo do piso de 3% da meta esperada e determinada pelo Copom – Comitê de Política Monetária.

A expectativa gerada era de que o indicador encerrasse 2017 na casa dos 4,5% e 1,5 ponto percentual como tolerância, permanecendo entre 3% a 6%. O IPCA é composto por nove grupos, sendo eles a Alimentação e Bebidas que mais tiveram peso para que o preço permanecesse contido durante 2017. Houve uma deflação acumulada de 1,87% de acordo com os dois grupos, que corresponde de um modo geral a 25% das despesas de uma família.

Também houve uma redução de 4,85% no preço dos alimentos que possibilitou mais poder de compra desses alimentos em todo o país. As frutas tiveram bastante destaque nesta redução de preços, que demonstraram uma queda de 16,52% no período em destaque. Segundo Fernando Gonçalves, gerente do Sistema Nacional de Índice de Preços ao Consumidor do IBGE, a redução no preço dos alimentos pode ser vista como uma consequência do ótimo retrospecto da produção agrícola brasileira em 2017.

A produção agrícola do ano passado teve um crescimento de 30% em comparação com 2016. “Essa situação levou o consumidor a pagar mais barato (-1,87%) do que no ano anterior. É a primeira vez que o grupo apresenta deflação desde a implantação do Plano Real”, explica Fernando.

 

IPVA 2018 cobrado no estado de São Paulo sofre redução de 3,2%

Já no início do ano, a carga tributária de vários impostos começam a ser cobrados, como é o caso do IPVA – Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores, do IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano, entre outras cobranças que fazem peso no início da cada ano. No caso do IPVA, o pagamento tende a ser uma obrigação para a grande maioria dos automóveis, sendo somente isentos do pagamento deste imposto aqueles automóveis que alcançaram uma quantidade de anos específicos para isenção da tributação.

Alguns estados brasileiros oferecem descontos para os motoristas que optarem realizar o pagamento do IPVA à vista. No estado de São Paulo, o pagamento do IPVA para os veículos que seguem a placa final 1 foi realizado no dia 9 de janeiro. Os valores que incidem sobre esta tributação tendem a sofrer uma variação que estão baseadas no valor venal para cada categoria de veículos. Para que os consumidores estejam atentos e possam tirar dúvidas em relação ao pagamento do IPVA, as principais informações devem ser acompanhadas e enfatizadas principalmente no início de cada ano.

Para o estado de São Paulo, todos os proprietários de automóveis residentes no estado devem consultar as datas e os valores previsto para a cobrança do IPVA 2018, podendo acompanhar através do endereço lançado pelo governo do estado, as principais informações sobre o imposto.

De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, o IPVA sofreu uma redução de 3,2% este ano. Para os veículos movidos a gasolina, o recolhimento de 4% sobre o valor venal já foi determinado. Para o consumidor saber exatamente o valor a ser pago, basta multiplicar o valor deste veículo movido a gasolina por 0,04.

Esta e demais informações sobre a cobrança do imposto IPVA, como os prazos estabelecidos por cada estado na emissão do pagamento, o valor a ser pago e na emissão da guia, poderão ser obtidas através da página oficial da Secretaria da Fazenda e dos Detrans – Departamentos Estaduais de Trânsito – de cada estado do Brasil. No site os consumidores poderão saber quais serão as alíquotas que irá incidir sobre cada categoria de veículos.

 

Inflação e taxa básica de juros permanecem estáveis no início de 2018

De acordo com as últimas previsões traçadas pelo mercado financeiro em relação a inflação praticada em 2018, a inflação permanece estável diante da estimativa de 2,78% realizada em dezembro de 2017 pelo BC – Banco Central. A confirmação das estimativas já traçadas foram divulgadas no dia 2 de janeiro de 2018, e seguem o ritmo do IPCA“Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo” – de 2017.

O último resultado apresentado aponta para uma estabilidade da inflação que encontra-se abaixo de 4,5%, e segue o limite estabelecido de 3% a 6%. Também é muito importante destacar que se o índice passar a atingir outros patamares, o Banco Central irá passar a elaborar uma carta aberta destinada a Henrique Meirelles, atual ministro da Fazenda, apontando para o descumprimento da meta de inflação estabelecida.

No mês de setembro de 2017, foi estimado um piso abaixo da meta, mas que voltou a ficar dentro do intervalo esperado até o encerramento do ano passado. Porém, o boletim Focus realizado em dezembro do ano passado, apontou para estimativas inferiores ao cumprimento da meta dentre as estimativas do mercado financeiro.

Em 2017, o IPCA de fevereiro a dezembro atingiu 2,5%, resultado com baixa histórica para este período que não se observava desde 1998, onde o índice fechou o período em 1,32%. O IBGE – “Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística”, irá apresentar os resultados atualizados do indicador IPCA do fechamento de 2017 em janeiro deste ano.

O esperado para 2018 são projeções realizadas pelo mercado e que serão mantidas, porém, em 2018 as expectativas para a inflação são de 3,96%. Sendo assim, ainda estará abaixo da meta de inflação do Banco Central (4,5%), mas irá passear pelo limite estabelecido de 3% e 6%.

As projeções para a Selic – taxa básica de juros – para este ano também seguem as antigas projeções já traçadas pelo mercado financeiro em 2017, mantendo a taxa estável em 7% a.a. Uma reunião que aconteceu no dia 6 de dezembro de 2017, permitiu que o Copom – “Comitê de Política Monetária” pudesse fazer mais um corte na Selic, quando ela estava em 7,5% a.a, cortando 0,5 ponto percentual da taxa.

 

Ministro da Fazenda realiza novas projeções para o PIB 2017/2018

De acordo com uma revisão que relaciona os parâmetros macroeconômicos realizado pelo Henrique Meirelles, o atual ministro da Fazenda, no dia 14 de dezembro de 2017, as perspectivas de alta para o PIB – Produto Interno Bruto – em 2018, saltaram de 2% para um total de 3%, e as novas estimativas para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, sofreu redução de 4,2% para 4%, de acordo com os números revisados, que mantiveram o câmbio em R$ 3,30.

Segundo o ministro da Fazenda, esses números relativos ao PIB do ano que vem é tímido e bastante conservador, sendo revisado com muita cautela, é o resultado de um efetivo controle fiscal, como é o caso da implementação do teto de gastos seguido das reformas de uma modo geral. “Os índices de confiança, do consumo das famílias e de investimentos teve um aumento durante o período”.

De acordo com a avaliação feita pelo ministro, o fator que mais impulsionou para que houvesse este crescimento, foi a comparação realizada com outras expectativa traçadas pela equipe econômica do governo, que considerou a alavancagem das dívidas das famílias e das empresas. “Essas dívidas durante a recessão econômica estavam alavancadas, ou seja, mais elevadas. Já no segundo semestre de 2016 essas dívidas começaram a desalavancar, assim como as famílias passaram a consumir mais”, explica o ministro.

Seguindo de forma paralela a este movimento, o ministro aponta para uma descompressão que ocorreu na política monetária no país, que teve seu patamar modificado de restritiva para uma política expansiva, com recuos nas taxas de juros reais e menores.

Os economistas do governo também fizeram uma nova avaliação de parâmetros ainda para 2017. Os números previstos para o crescimento em 2017 teve um reajuste, saltando de 0,5% para 1,1%. Meirelles disse que essa projeção considera a média contra a média. Ou seja, o início deste ano e o final do ano de 2016.

Meirelles também apontou para as reformas como uma forma de reduzir as taxa de juros estrutural, que representa o risco país, passando de 360 para 160.