Quais itens você deve incluir como despesa para criar um fundo de emergência

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Estabelecer um fundo de poupança para emergência agora pode ser um grande alivio mais tarde. Guardar dinheiro para as economias de emergência pode ajudá-lo a se preparar caso a sua casa ou carro precise de reparos urgentes, bem como em situações mais graves, como doença ou desemprego. Veja tudo que você precisa incluir como despesa para começar seu fundo de emergência.

Seu fundo de emergência deve ser suficiente para cobrir suas principais despesas por seis a nove meses. Se isso parecer assustador, você sempre pode começar por segmentar três meses de despesas e construir a partir daí. Aqui estão algumas despesas importantes a serem consideradas ao determinar quanto economizar:

Despesas de habitação

Seu fundo de emergência deve incluir reservas para despesas de habitação, como aluguel ou financiamento imobiliário, impostos sobre imóveis, seguros e serviços públicos. Proteger o valor e a integridade de sua casa é de extrema importância, por isso é uma boa ideia também incluir reservas para reparos de emergência em casa.

Alimentos

Estime suas despesas mensais com alimentos e inclua esses custos em suas economias do fundo de emergência. Aproveite para economizar dinheiro com alimentos, reduzindo as refeições fora de casa, criando lista de compras para o supermercado e aproveitando as ofertas. Então aplique essas economias ao seu fundo de emergência.

Seguro

O custo mensal do seguro médico e odontológico também devem estar inclusos no fundo de emergência. Lembre-se, se você for demitido, dependendo da empresa, você ainda poderá permanecer no plano de saúde do seu antigo empregador por um período de tempo. Mas se o seguro não cobrir após a demissão, então esse valor já deve estar incluso para futuras emergências.

Reembolso da dívida

Planeje os pagamentos em cartões de crédito e outras dívidas para proteger sua pontuação de crédito ou Score. Tente tomar medidas agora para sair da dívida e evitar o estresse de lidar com essas despesas se você ficar desempregado ou enfrentar um desafio financeiro.

Transporte

Se você tiver um veículo, sua economia de emergência deve cobrir os custos necessários, como o financiamento do seu carro, o seguro automóvel, a manutenção básica, o combustível e as reparações de emergência.

Despesas pessoais

Os custos relacionados com suprimentos domésticos, cortes de cabelo, roupas e artigos de higiene podem parecer geralmente baratos, mas devem ser somados na reserva emergencial.

Novas chuvas e reservatórios cheios não dão motivos para deixar de economizar

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Segundo a Sabesp, a empresa que cuida do abastecimento de água na cidade de São Paulo, dos seis sistemas que abastecem a região, quatro estão com níveis excelentes de armazenamento de água e dois com níveis considerados bons. Um cenário bem diferente de três anos atrás em que a cidade passou por uma crise hídrica. Nos últimos meses muita gente parou de economizar água, mas o tempo seco desse inverno de 2017 acendeu o alerta vermelho.

Desde 2013, um condomínio na cidade de São Paulo passou por várias mudanças para reduzir o consumo de água. Capitação e reúso de água das chuvas para a limpeza das áreas comuns e para ser utilizada nos vasos sanitários dos apartamentos. Esse esforço rende uma economia média de 30% na conta de água. “O investimento na época foi em torno de R$ 4 mil não passando disto. Isso acabou nos trazendo um retorno muito grande, nós tivemos um retorno de tudo que foi aplicado em 4 meses, fora a economia que o condomínio vem fazendo desde então”, diz o síndico do condomínio, Aldo Busuletti.

A economia na conta é o primeiro benefício para quem poupa a água e ela deve refletir diretamente na economia do país, mas esse esforço tem outras consequências bem mais amplas. Mesmo em tempo de reservatórios cheios, o uso deste recurso que é finito, precisa ser racional. Medidas simples como reduzir o tempo de banho, reaproveitar a água da máquina de lavar roupas e nunca, jamais lavar o carro todo fim de semana, calçadas e quintais.

Segundo Inmet, julho de 2017 foi o mês mais seco em nove anos repetindo o índice registrado em 2008. A cidade de São Paulo registrou em julho de 2017, 0 mm de chuva, assim como o registrado em julho de 2008. A média esperada era de 43,6 mm e a previsão para agosto é de 40 mm de chuvas.

“Faz mais de trinta dias que não cai uma chuva significativa sobre o estado de São Paulo. A tendência é que continue seco na maior parte do estado, com exceção das faixas Sul e Leste da capital. Teremos uma boa mudança no tempo com nuvens e com garoas”, diz o meteorologista Inmet, Marcelo Schneider.

“Para o mês de agosto a previsão é que novas frentes frias atinjam todo o estado, a capital paulista deve ter chuvas mais significativas. O ideal é que independentemente da situação hídrica estar bem ou excelente, a economia sempre deverá existir tanto para o retorno financeiro do país, do consumidor, e para a saúde dos nossos reservatórios. Devemos preservá-los constantemente”, reforça Marcelo.