Divisão de férias escolares no estado de São Paulo divide opiniões

A divisão de férias escolares anunciada pelo governo do Estado de São Paulo dividiu as opiniões de educadores e de especialistas em educação. O anúncio realizado pelo governador João Doria no dia 26 de abril de 2019, especifica que as férias escolares poderão ser divididas em quatro período diferentes a partir do ano de 2020. Embora a divisão pareça impactar na educação dos estudantes, o governador garantiu que a mudança tem como objetivo melhorar o aprendizado, sem que o descanso interfira nos 200 dias letivos que devem ser cumpridos por ano.

Mesmo com o argumento de que a mudança melhoraria o aprendizado, diversos professores questionaram se essa mudança realmente é necessária, assim como se há uma eficiência comprovada sobre o desempenho escolar dos estudantes. Ainda neste ano, as escolas estaduais de São Paulo funcionam com os dois períodos de férias, como ocorre em outras regiões do país, sendo 15 dias de descanso em dezembro e os dois meses completos de descanso em janeiro e julho. Esses períodos estão relacionados apenas às férias, sem considerar os feriados e recessos que acontecem ao longo do ano.

A mudança proposta por João Doria quer encurtar as férias de dezembro para a véspera do Natal, enquanto que em julho poderá ser retirado outros 15 dias de férias. Esses dias retirados deverão ser distribuídos em abril, próximo ao feriado de Tiradentes, e em outubro, próximo ao feriado de Nossa Senhora Aparecida (Dia das Crianças).

De acordo com as notícias informadas pela Secretaria da Educação, o objetivo principal desta mudança é melhorar o desempenho escolar dos estudantes. No entanto, essa justificativa foi rebatida por docentes que consideram que os meses de férias inteiros não prejudicam o aprendizado dos estudantes.

A pedagoga e também docente na Universidade de São Paulo, Silvia Colello, afirmou sobre a mudança proposta por João Doria: “Mudar o período de férias dos estudantes não deveria ser a pauta atual da pedagogia. Acredito que essa mudança não impactará nem de forma benéfica ou maléfica para o ensino, pois o aprendizado depende unicamente da qualidade do ensino nas escolas”.

O governo de São Paulo também utilizou como argumento para a modificação do período de férias os exemplos dados por outros países, tais como Estados Unidos, Espanha, Inglaterra, Nova Zelândia, Canadá, entre outros. Nestes países, as férias são divididas em quatro ou mais vezes. No entanto, os docentes brasileiros acreditam que essa divisão não deve ser empregada no Brasil, pois nestas regiões há uma real necessidade por conta das estações do ano, enquanto que no Brasil essa necessidade não existe.

Conceitos sobre sustentabilidade são confusos para consumidores, diz estudo

Um novo estudo realizado por pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) revelou que conceitos sobre sustentabilidade é confundido pela maioria dos consumidores, sendo que a maioria deles não priorizam os benefícios que podem ser proporcionamos ao meio ambiente.

De acordo com as notícias divulgadas pela universidade, a ideia principal do estudo era identificar o comportamento dos consumidores em relação aos conceitos sustentáveis. A grande surpresa nos dados foi que há uma confusão em torno do conceito sustentável. Além disso, os dados demonstraram que o nível de informação assim como o nível de escolaridade interfere na forma como as pessoas pensam sobre sustentabilidade.

Segundo a nutricionista Bruna Barone, que também participou do estudo na Unicamp, é preciso investimentos em políticas públicas e educação para que os consumidores entendam um pouco mais sobre o tema, tornando possível uma alimentação mais saudável no país juntamente com ações mais sustentáveis.

“Nosso estudo tem como intuito contribuir para que novas políticas públicas tratem deste tema e promovam a alimentação saudável e equilibrada em todo o país. Isso significa realizar mais campanhas e informar os consumidores sobre o que é sustentável e saudável. Quando a população está desinformada é difícil exigir que ela seja consciente”, explica Bruna Barone.

Os pesquisadores da Unicamp informaram que o estudo contou com a participação de 590 consumidores entre as regiões de Campinas, São Paulo e Jundiaí, todas presentes no estado de São Paulo. Além disso, o comportamento e as crenças desses consumidores também foram considerados para o estudo.

O estudo da Unicamp foi orientado por Jorge Herman Behrens, que é orientador e professor no FEA (Departamento de Alimentos e Nutrição da Faculdade de Engenharia de Alimentos), e faz parte da tese de doutorado da nutricionista Bruna Barone. De acordo com Bruna, esta é a primeira pesquisa relacionada as representações mentais sobre sustentabilidade feita com consumidores brasileiros. Ou seja, esses são os primeiros dados sobre o que motiva os consumidores brasileiros em suas escolhas alimentares.

“Antes deste estudo, eu realizei algumas pesquisas na literatura brasileira para descobrir o que outras pesquisas falavam a respeito da percepção de sustentabilidade no Brasil. Logo de início, descobri que havia poucas informações sobre esse assunto, sendo que os únicos dados que existiam foram obtidos por meio de pesquisas quantitativas utilizando categorias fechadas, como recursos naturais e meio ambiente. Isso mostra que os dados anteriores podem apresentar apenas conceitos que os consumidores se obrigam a dizer, mas não definem o que realmente eles pensam sobre o tema”, informou Bruna Barone.

Moda e beleza: Donata Meirelles destaca quais os pontos de convergência entre os dois segmentos

Não há grande novidade no fato de que os segmentos de moda e beleza caminham cada vez mais em consonância. Seja por meio de anúncios tradicionais ou por meio da divulgação através de influenciadores digitais, os produtos desses dois meios costumam ser comercializado em conjunto. De acordo com Donata Meirelles, que reporta o assunto, existem várias formas de se perceber que esses campos têm convergido nos últimos tempos, ocasionando um efeito de crescimento para as duas áreas, algo que é expresso através de estudos sobre o tema.

Se no passado valia praticamente tudo para que um produto de beleza fosse produzido, nos dias atuais este panorama se mostra bastante modificado. Além dos próprios avanços de ordem tecnológica, existe também a questão da ética, que tem sido tanto valorizada pelas empresas produtoras de cosméticos, quanto cobrada pelos próprios consumidores. Esses aspectos éticos, contudo, tem se mostrado cada vez mais abrangente e funcionam até mesmo como um modo de se diferenciar quais companhias se preocupam com eles ou não.

Assim como pode ser visto em outros segmentos que comercializam variados tipos de produtos, as grandes marcas têm se ocupado de investir em campanhas publicitárias que envolvam influenciadores digitais. Dessa forma, é perfeitamente comum, por exemplo, que uma mesma blogueira faça anúncios publicitários relativos a marcas de roupas que gosta de usar e sobre os cosméticos que usa para que seu visual fique completo. Alguns desses influenciadores deixam claro que algumas postagens possuem caráter comercial, mas ainda assim nota-se que há um esforço para que pareça algo natural.

Donata Meirelles explica que os consumidores de moda e beleza têm primado cada vez mais por ações publicitárias que sejam de fato verdadeiras. Esse anseio pela verdade gera uma onda de influenciadores digitais que se ocupam de veicular experiências reais acerca de produtos ou serviços, aborda a empresária. Alguns desses profissionais têm se especializado, sobretudo, na realização de testes com alguns produtos específicos, como maneira de trazer a público a realidade sobre estes. Com isso, emprega-se uma linguagem acessível ao público que se deseja atingir.

Pelo fato dos ramos de beleza e moda estarem profundamente relacionados na atualidade, observa-se um movimento experimentado nas duas vertentes. De um lado, empresas do segmento fashion têm lançado produtos de cosméticos, como modo de tornarem mais completas suas campanhas. De outro, as próprias companhias do ramo da beleza têm procurado criar peças do vestuário que combinem com os ideais de suas marcas. O intuito é o de se aumentar a lucratividade através da conquista de uma clientela que já conhece alguns produtos e pode querer experimentar os lançamentos de outra natureza.

Mesmo com o avanço avassalador das campanhas publicitárias por meio dos meios digitais, os grandes desfiles ainda são uma forma bastante empregada para apresentar produtos das duas áreas ao público. Conforme ressalta a empresária, isto ainda continua acontecendo em face do glamour que estes eventos costumam possuir. Além disso, até mesmo neste caso a internet não é deixada de lado, já que tais eventos são amplamente divulgados através do ambiente virtual, constituindo uma espécie de ciclo de divulgação, podendo alcançar um grande número de potenciais consumidores.

A crescente relação entre moda e beleza expõe uma realidade que tem sido explorada cada vez mais por empresas em âmbito global, assinala Donata Meirelles. Trata-se da lucratividade de uma área estar condicionada à outra, quando uma dada organização vende os dois tipos de produtos. De forma geral, as companhias têm aproveitado o sucesso que uma marca faz no mercado, seja do ramo fashion ou de beleza, para que novos produtos sejam lançados e bem recebidos pelo mercado. É o que tem sido visto em grifes de alta costura que também procuram vender perfumes e itens de beleza.

Seja em qualquer dos meios, um paralelo pode ser observado nessas empresas: a preocupação com a responsabilidade social. Isso vai muito além de respeitar comunidades locais, ou seja, tal respeito é concebido de maneira muito mais ampla, levando-se em conta todas as fases da cadeia produtiva desses segmentos. Desse modo, alguns comportamentos que no passado poderiam ser corriqueiros, hoje já não o são, uma vez que a própria sociedade remodelou algumas práticas, classificando-as como positivas ou não.

A moda passou a ser produzida de acordo com todos os biótipos existentes e isso é visto tanto em anúncios, quanto nas passarelas, que antes contavam apenas com um tipo restrito de pessoas. O mesmo foi notado no ramo da beleza. Assim sendo, a cada ano que passa as marcas dos dois segmentos lançam produtos cada vez mais específicos, que consigam contemplar características físicas e gostos variados. Além de ser uma forma realista de se lidar com esses segmentos, Donata Meirelles pontua que é também uma forma de se respeitar a diversidade existente.

O marketing, sobretudo o digital, é um dos recursos que tem sido empregados por essas companhias a fim de relacionar a moda com a beleza e aumentar a comercialização de produtos. Vale ressaltar que o público passou a ser observado a partir de suas preferências de consumo, por meio das preferências de navegação na internet, além de vários outros critérios que permitem análises, destaca a empreendedora.

Se a internet é utilizada para divulgação do que é produzido nestas áreas, esta também passou a ser um dos principais canais de venda, aborda a empresária. Essa forma de comercializar produtos pode ser compreendida em razão da grande comodidade fornecida aos consumidores, evitando filas e deslocamentos desnecessários até as lojas físicas.

Ferramentas para criar gifs animados online

Quer criar uma experiência única para seus leitores, seguidores do Twitter e fãs do Facebook? Comece aqui: veja como criar GIFs, imagens animadas, com as ferramentas disponíveis on-line. Você quer criar GIFs online, mas não sabe por onde começar? Aqui você encontrará uma seleção de ferramentas (gratuitas ou não) para gerar imagens animadas para atividades online. Os GIFs, de fato, são úteis para aqueles que fazem marketing de mídia social, mas também para aqueles envolvidos em blogs. A razão é simples: eles estão contentes com grandes qualidades.

Claro, existem os arquivos GIF. Mas muitos colegas estão procurando ferramentas para criar imagens animadas online para personalizar seus negócios. Por que tenho que me conformar com o que encontro no GIPHY quando posso gerar algo meu?

Essas resoluções visuais podem ser usadas de maneiras diferentes. Existem aqueles que carregam as imagens nos artigos, aqueles que os anexam a tweets ou postagens no Facebook. Seu plano de publicação social decidiu se concentrar nesses elementos? Perfeito, você precisa de ferramentas para criar GIFs on-line. Possivelmente livre.

Antes de listar as várias ferramentas para criar imagens animadas on-line, quero encontrar uma definição: o que é um GIF? O Graphics Interchange Format é um formato visual digital em bitmaps. Ele usa o algoritmo de compressão LZW e é particularmente popular online.

Os últimos GIFs foram usados ​​para decorar páginas de notícias. Hoje essa função foi superada, eles se tornaram uma ferramenta de comunicação. Eles resumem significados compartilhados, assim como os memes, e podem ser usados ​​em estratégias de marketing de blogs e mídias sociais para atrair a atenção do público.

Para fazer upload de um GIF no Twitter e no Google Plus, o processo é simples: você precisa fazer o upload da imagem. Sem esquecer que o Facebook e o Twitter acima têm arquivos GIF disponíveis para os usuários: assim você pode inseri-los em um momento.

No blog o caminho não muda, é tratado como uma imagem e segue as regras de otimização SEO. O Facebook, por outro lado, só aceita permalinks GIF.

Você tem que enviá-los em outro lugar, gerar o URL e colá-lo no quadro. A rede social irá recuperar o GIF e mostrá-lo no fluxo. Mas deve respeitar as dimensões mínimas, 470 por 246 pixels, caso contrário não funciona e a imagem animada não é vista.

Dicas para fazer marketing na web com o twitter

Twitter Marketing, aqui está o caminho a percorrer. Isso é social forçando seus pensamentos em 280 caracteres? As estatísticas indicam um crescimento decisivo desta rede social, considerada por muitos como uma poderosa prótese de marketing na web.

O Twitter não permite que você insira muitas informações e links: uma solução pode ser criar uma imagem contendo texto escrito e URL para fazer upload como plano de fundo.

Quais são as ferramentas para funcionar melhor? Você pode usar uma série de ferramentas para cortar fotos online, mas você deve trabalhar diretamente com o Canva.

A razão é simples: com esta ferramenta (agora essencial para quem faz marketing de mídia social) você já encontra o fundo pronto, você só precisa adicionar uma foto e sua criatividade. E aqui você pode tirar as várias imagens de graça para satisfazer seus desejos.

Como as pessoas seguem você se não sabem que você está lá? Use os melhores aplicativos de notícias do Twitter para espalhar sua palavra, insira ícones sociais no blog e coloque o contato da sua conta na parte inferior dos e-mails. Este é também o Twitter Marketing.

Se ele continuar enviando tweets sem morder, os seguidores vão te abandonar: em 280 caracteres ele tenta estimular a atenção dos usuários com um pouco de curiosidade e alguns truques para escrever um bom título. Não é difícil, acredite em mim.

Por exemplo, você pode inserir call to action e emoji (os smilies e símbolos clássicos) que atraem a atenção e impulsionam determinadas ações. Mas acima de tudo, você pode usar o Twitter Analytics para entender o que funciona e o que não funciona.

O Twitter mudou os títulos da conta de “Twitter / nome de usuário” para “nome completo / nome de usuário no Twitter”. Dessa forma, o nome de usuário e o nome com os quais você se registra são de importância decisiva em SEO. Escolha-os com cuidado, mas tenha cuidado se decidir mudar. Riscos de perder o posicionamento no Google.

Use a Pesquisa do Twitter para encontrar um público interessado no que você publica. O importante é não exagerar os pedidos de amigos aleatoriamente: tente ser específico, focado no seu tema. E continuar o relacionamento com uma interação concreta, real e não forçada. O marketing do Twitter é baseado na comparação.

Como se tornar um copywriter: um pequeno guia

Não há muito a acrescentar, esta profissão atrai a atenção de quem gosta de criar e gostaria de escrever para o trabalho e negócios. Há uma grande atenção em torno desta profissão, mas muitos estão se perguntando exatamente isso: como se tornar um escritor de cópia?

Eu vou te dizer imediatamente: não há caminho definido. No sentido de que não existem cursos de graduação ou registros profissionais. Há apenas, por parte daqueles que querem empreender essa atividade, um grande amor pela criatividade e pela escrita. Isso é suficiente?

Obviamente não. Minhas dicas para se tornar um copywriter são divididas em 2 pontos que ajudarão você a alcançar o melhor resultado possível para negociar uma tarifa.

Estudo – Para se tornar um copywriter você deve ler. De fato, você precisa estudar e estudar a teoria. Não é suficiente amar a escrita, você deve conhecer a base e as regras. Mas é necessário se concentrar em técnicas de redação de textos convincentes e nos pilares da comunicação.

Existem escolas para se tornar copywriters? Certamente você pode encontrar bons cursos online e offline, mas não há um caminho oficial. É por isso que sugiro começar com os melhores livros para redação.

Seu caminho em copywriting deve ser destinado a provas concretas, no campo. Sujar as mãos, cabeça para uma posição de nível de entrada e não tenha medo de trabalhar como estagiário. Quanto você ganha em copywriting neste caso? Pouco.

Você tem que experimentar e para isso você precisa da bagunça. E você tem que fazer isso de forma inteligente, trabalhando com pessoas que podem ajudá-lo a aprender alguma coisa.

Aqui você tem que ser bom em aprender os segredos do trabalho. Então decida o que fazer, qual caminho seguir. Então você aumenta seu salário como redator. Para trabalhar melhor, sugiro que você crie um bom portfólio, essencial para encontrar clientes.

Você decidiu que este é o momento certo para procurar ofertas de emprego como redator, talvez trabalhando em casa a tempo parcial para começar. Para encontrar trabalho como copywriter eu aconselho você a trabalhar em sua marca. E deixe-se encontrar como uma palavra profissional. O primeiro passo? Abra um blog.

Marketing Online

Ao colocar em rede a loja com canais de mídia social e plataformas de classificação, os clientes têm a oportunidade de avaliar a empresa e atuar como depoimentos . Pela opinião do cliente – z. Por exemplo, por meio de um CTA (Call to Action) na confirmação de envio ou pagamento – solicita ativamente transparência e fortalece a confiança. As revisões não são apenas um instrumento para fidelização de clientes, eles vão vc. Também pode aparecer nos resultados da pesquisa. Rich snippets (informações adicionais nos SERPs, como resenhas e informações de contato) são uma forma gratuita de convencê-lo de ofertas de produtos diretamente na Pesquisa do Google.

Qualquer pessoa que ofereça conteúdo relevante e específico do grupo-alvo pode sempre escolher o cliente no lugar certo no ciclo de vida do cliente. O Ciclo de Vida do Cliente é o caminho desde o primeiro contato entre o cliente e a empresa (por exemplo, através de um anúncio) até o final do relacionamento comercial. Se você despertar o interesse do cliente fornecendo informações úteis, também colocará seu próprio produto em seu campo de atenção. O conteúdo otimizado também serve para segmentar o público, com a estratégia de conteúdo correta, você pode adaptar seu produto aos requisitos do cliente e torná-lo tangível. O nível pessoal resultante é usado para construir um relacionamento com o cliente em potencial. Do ponto de vista do SEO, um bom conteúdo promete melhor classificação, maior alcance e melhor taxa de economia e conversão.

As medidas de marketing on-line nem sempre têm como alvo a conclusão do contrato ou a venda do produto. Muitas vezes, pode ser muito mais relevante gerar os chamados leads (contatos com o cliente), especialmente se o cliente ainda estiver no início do processo e inicialmente procurando informações. É assim que você aborda pessoas que ainda não tomaram uma decisão de compra, mas estão interessadas em produtos ou serviços específicos. Por meio de inscrições em boletins informativos ou de uma opção de download personalizada para jornais gratuitos, você pode obter contatos. Mais tarde, tenta-se abordá-los novamente com meios e conteúdos de publicidade direcionados.

Todas as medidas para atrair potenciais clientes em sua própria loja virtual são inúteis se o visitante sair da loja frustrado em vez de comprar.

Marketing Viral: Palavra de Boca Digital

Mensagens de marca que se transformam em “auto defensores” e hits virais, e clientes que se oferecem para espalhar mensagens da empresa: o sonho de todo profissional de marketing. Porque essa forma viral de marketing geralmente fornece uma gama enorme, sem que as empresas gastem grandes esforços financeiros. No entanto, o marketing viral não é tão fácil de implementar na prática, porque a distribuição viral de notícias é raramente calculável e controlável.

Para o termo inglês marketing viral, existem muitos sinônimos como V-marketing, marketing de vírus ou marketing orgânico – só para citar alguns. Os comerciantes on-line adotam o princípio básico do boca a boca clássico. O chamado boca-a-boca (palavra alemã falada ou tradição oral) deve atingir o maior alcance possível com a maior velocidade possível.

O truque aqui: O usuário não percebe o conteúdo desta forma de publicidade como publicidade clássica. Ele acha um vídeo ou um texto tão divertido, excitante ou interessante que o encaminha para outros usuários sem nenhuma participação da empresa. É assim que as mensagens digitais se propagam a um ritmo tremendamente acelerado, a distribuição desenvolve seu próprio impulso e aumenta como um vírus, o que também explica o nome dessa forma especial de marketing. O objetivo é conseguir uma distribuição eficiente através de vários canais, o que resulta da própria rede de comunicação – e a própria empresa dificilmente provoca custos.

O princípio do marketing viral é muito diferente da publicidade clássica. Em publicidade televisiva ou anúncios de rádio, o remetente e o destinatário da mensagem publicitária são claros. No caso da distribuição viral, o destinatário e o consumidor reais, ou seja, o usuário e o cliente em potencial, são eles mesmos o meio de publicidade. Porque o usuário é quem diz aos seus contatos ou amigos de um vídeo em particular, um texto ou um tweet. Ele passa uma recomendação para seus círculos, por exemplo, B. compartilha um vídeo em sua linha do tempo no Facebook. Um ou mais de seus amigos compartilham este vídeo com seus próprios contatos. O alcance e o grupo alvo aumentam enormemente rápido.

Ele desenvolve – como mencionado acima – um momento próprio: o “hospedeiro” (para ficar com a metáfora do vírus) não consegue entender, no final, quantas pessoas finalmente chegaram à mensagem que ele colocou em movimento. O usuário se torna um disseminador ativo do destinatário passivo da mensagem publicitária.

Sub-ocupação mascara índices de desemprego no interior dos estados brasileiros

Desemprego observado no interior dos estados brasileiros teve menor intensidade, revelam dados extraídos da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). As notícias sobre o resultado da pesquisa foram divulgadas no site oficial do IBGE (Instituto Nacional de Geografia e Estatística) em março de 2019. De acordo com a pesquisa, a taxa de desocupação em cidades do interior dos estados é menor em comparação com a região metropolitana e capitais dos 21 estados avaliados.

Os dados desta pesquisa são referentes ao período do quarto trimestre de 2018. Os estados do Mato Grosso do Sul, Roraima e Acre tiveram taxas de desocupação maior no interior do estado, e índices menores nas capitais e regiões metropolitanas. De todos os estados brasileiros envolvidos na pesquisa, Bahia foi o único estado que manteve a taxa igual tanto no interior quanto na capital.

A pesquisa conseguiu verificar que existe uma relação inversamente proporcional da taxa de desocupação quando ela é comparada com o interior dos estados brasileiros e com suas capitais e região metropolitana. Também foi verificado que o desemprego no Brasil é bem maior em regiões metropolitanas e nas capitais, o que tende a jogar os índices de desemprego para cima na maioria dos estados avaliados.

No Amazonas, a taxa de desocupação no interior do estado teve variação média de 9,1% enquanto que a taxa teve oscilação média de 14,4% em todo o estado, a maior diferença entre as variações médias observada. Espírito Santo teve variação de 8,2% no interior e de 10,2% em todo o estado. Em terceiro lugar aparece o estado de Rondônia, com variação média na taxa de desemprego de 7,2% no interior e de 9% em todo o estado. No estado de São Paulo, a variação foi de 10,8% para 12,4% entre o interior e o estado.

“O desemprego no interior dos estados brasileiros tende a ser menor, porém, a taxa de sub-ocupação no interior é maior. Existem mais pessoas concentradas na força de trabalho potencial no interior dos estados, algo que influencia diretamente nos índices de desemprego mensurados. De certa forma, esses números menores de desemprego são mascarados pela sub-ocupação. Devido a isso, é necessário que políticas públicas sejam desenvolvidas de forma diferente para que os índices de sub-ocupação sejam reduzidos”, explica Cimar Azeredo, responsável pela coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Noções básicas de marketing direto

O marketing direto é uma forma de publicidade que permite que empresas e organizações se comuniquem diretamente com os clientes por meio de uma variedade de mídias, como chamadas telefônicas, mensagens de texto, e-mails, panfletos, folhetos e anúncios on-line segmentados. Como é uma forma agressiva de marketing, ela pode trabalhar para aumentar a base de clientes, mas precisa ser cuidadosamente planejada e implementada. Para começar com o seu planejamento, aprenda sobre os fundamentos do marketing direto primeiro.

O objetivo – O objetivo primordial de uma campanha de marketing direto é persuadir os consumidores a realizar ações que resultem em resultados tangíveis e mensuráveis, como compras, inscrições ou solicitações de mais informações.

Um fator-chave no sucesso de qualquer campanha de marketing direto é o que os especialistas do setor chamam de “apelo à ação”. Isso significa que as campanhas de marketing direto devem oferecer uma mensagem de incentivo ou estímulo para que os consumidores respondam (ou seja, atuem). Uma campanha de marketing direto bem-sucedida geralmente oferece aos consumidores um benefício, seja dinheiro da próxima compra, um cupom de tempo limitado ou, para uma organização sem fins lucrativos, um convite para um evento ou uma associação com desconto.

Embora o marketing direto envolva uma organização que tenta localizar, contatar, oferecer e disponibilizar informações baseadas em incentivos aos consumidores, ele também precisa obter um retorno sobre o investimento. Se distribuir panfletos para aumentar os negócios em sua pizzaria recém-lançada não resulta em mais clientes, então não vale a pena o tempo dos funcionários.

A coisa boa sobre marketing direto é que existem tantas alternativas que se uma abordagem não funcionar, você pode facilmente mudar para outra. Em vez de panfletos, por exemplo, você pode tentar uma promoção on-line para uma bebida gratuita para clientes novatos.

Criando Campanhas Eficazes – Empresas e organizações podem ser criativas com seus esforços de marketing direto para ajudá-las a se destacar. Por exemplo, para ajudar as peças de mala direta a se destacarem em uma pilha de correspondência típica, as empresas podem enviar panfletos com formas grandes e incomuns, pop-ups ou até mesmo objetos 3D.

Geralmente, as campanhas de marketing direto devem segmentar pessoas que demonstraram interesse ou que provavelmente têm interesse no que sua empresa oferece, em vez de campanhas de marketing de massa usadas para criar reconhecimento geral.