Ferrogrão trará mais competitividade aos produtos brasileiros – por Felipe Montoro Jens

Já foram publicados os primeiros documentos com as regras do leilão que irá conceder o direito de construção e exploração da EF – 170, popularmente chamada de Ferrovia do Grão e Ferrogrão. Quem traz mais detalhes é Felipe Montoro Jens. Acompanhe!

A concessionária será responsável pela implementação da infraestrutura necessária, bem como a operação dos trens. Trata-se do modelo de de Programa de Parceria de Investimentos, reporta o especialista em projetos de infraestrutura.

A EF – 170, especificamente, terá um padrão vertical de exploração. A empresa vencedora terá que construir uma ferrovia de 1.142 km de extensão, que partirá de Sinop (município de Mato Grosso) até Miritituba, no Pará. Em troca poderá oferecer o serviço de transporte ferroviário pelo prazo de 65 anos. Será a vencedora aquela que oferecer maior outorga ao governo, cujo valor inicial do lance está previsto para R$ 0,01.

Felipe Montoro Jens reporta que somente a companhia vencedora terá a licença para a gestão da infraestrutura e exploração do serviço logístico. O intuito é criar um novo corredor ferroviário, capaz de dar apoio a exportação do país pelo Arco Norte.

Apesar do valor baixo para a concessão, a empresa deve mostrar aptidão para realizar as obras, cujo investimento está orçado em R$ 12,6 bilhões. Entre as atribuições da empresa estão:

construção da base ferroviária;

infraestrutura;

terraplanagem;

obras complementares;

superestrutura ferroviária;

sistemas de sinalização ferroviária e energia;

equipamentos ferroviários;

oficinas e instalações;

canteiro de obras;

aquisição de trens material rodante;

compensação socioambiental e desapropriação.

A remuneração virá da prestação do serviço de transporte ferroviário. Os riscos de demanda são inteiramente da concessionária, contudo espera-se que o ferrovia traga lucros. Felipe Montoro Jens reporta as estimativas setoriais, que mostram uma demanda alocada de 25 milhões de toneladas quando a Ferrogrão estiver em atividade. Para 2050 essa demanda deve superar as 42 milhões de toneladas de carga alocada.

Só do Mato Grosso, levantamentos setoriais conduzidos por empresários preveem escoar até 20 milhões de toneladas de grãos pelos portos da Bacia Amazônica. Do estado partirão a produção de milho, soja, farelo de soja, óleo de soja, fertilizantes, álcool, açúcar e derivados de petróleo para os portos da região Norte, reporta Felipe Montoro Jens.

Após inaugurada, a ferrovia cumprirá um papel fundamental na estrutura viária do Arco Norte do país, dando suporte a rodovia BR-163. De acordo com o projeto, a rodovia terá suas condições de tráfego atenuadas, uma vez que parte dos caminhões terão seu tráfego reduzido. O que representa uma economia para conservação e manutenção de uma infraestrutura. Além disso, os produtores terão mais de uma opção para escoar sua safra.

Esse corredor formado pela ferrovia EF – 170 e a rodovia BR – 163 vai criar um novo caminho para a exportação de grãos e outros produtos no país, aumentando a capacidade de transporte e a competitividade. Hoje, cerca de 70% do que é produzido no Mato-Grosso é enviado para os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), uma distância superior a 2 mil quilômetros desde sua origem, reportou Felipe Montoro Jens.

CEO José Auriemo Neto o cérebro por trás do sucesso da JHSF

O setor imobiliário é um campo muito lucrativo e muitas empresas e indivíduos alcançaram grande sucesso nessa área. Há muitas maneiras de criar grandes fortunas nesse campo e você só precisa seguir algumas delas para torná-lo grande.

A JHSF é uma construtora especializada no desenvolvimento de estruturas complexas, como shoppings, hotéis, residenciais e comerciais. A empresa está sediada no Brasil e possui grandes projetos já realizados e outros em andamento. Entre seus complexos já conhecidos, o shopping Parque Cidade Jardim é um dos maiores projetos de todos os tempos. A JHSF detém uma grande porcentagem no mercado imobiliário do país devido à sua capacidade de fornecer propriedades de qualidade . À medida que o mercado brasileiro floresce com a economia em crescimento, a empresa prevê melhores negócios no futuro próximo. A JHSF está interessada nos ativos de renda recorrente nos quais grandes investidores estão ansiosos para obter bons retornos.

O sucesso da Companhia JHSF é atribuído ao CEO José Auriemo Neto, que tem sido muito atuante na gestão e fiscalização de suas operações. Neto tem dirigido a empresa há anos e, sob seu reinado, tudo foi conquistado. Ele é um graduado experiente da Universidade Fundação Armando Álvares Penteado e suas conquistas no setor imobiliário são impressionantes. Ele se juntou no início dos anos 90 e estava trabalhando com o pai, que era o presidente da empresa na época. Neto é um grande empreendedor cujas tendências de risco se materializaram de maneira insuperável.

Sob a liderança de seu pai, Neto influenciou a decisão da empresa de assumir um dos maiores projetos da história da JHSF. O desenvolvimento do Parque Cidade Jardim foi visto como um grande risco e um enorme empreendimento orçado. No entanto, Neto estava otimista nas oportunidades que esse projeto criaria. Hoje, ele é o crédito pelo sucesso do projeto que viu o perfil da empresa crescer e se tornar uma das maiores empresas de desenvolvimento da região. Foi o sucesso desse projeto em particular que estabeleceu o precedente para os projetos maiores concluídos e em andamento da empresa. José Auriemo Neto é um grande líder e conquistou a imaginação de muitos no mercado imobiliário com suas grandes ambições. Ele também administra uma empresa afiliada que administra os estacionamentos da JHSF.